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Ao encontro dos bracarenses – João Rodrigues

Quem anda por Braga sente, nas ruas e nos cafés, as conversas que avaliam e julgam o início de mandato do Presidente João Rodrigues. Muitas vezes escutamos que tem arranjado as ruas, que desbloqueou o problema do Nó de Infias e, entre os menos jovens, ouve-se a ideia de que "é novo, mas tem feito muita coisa: estou surpreendido". Acredito que exista uma boa dose de surpresa com a velocidade de execução de ideias e projetos que João Rodrigues trouxe para Braga. No entanto, essa novidade apenas surge para aqueles que andavam desatentos à forma como, durante anos, o atual Presidente esteve a estudar, pensar e refletir sobre os desafios da cidade, preparando o atual PDM que hoje vigora e que é único no país.

Contudo, acho que é justíssimo dizer que tudo aquilo que está a acontecer é impressionante, não apenas pelo curto espaço de tempo em que tem sido concretizado, mas também pela sensação de que o Presidente entende os problemas que massacram os bracarenses e procura, em todas as suas ações, corrigir essas questões, sejam pontuais ou estruturais, projetando ao mesmo tempo a cidade para um futuro promissor. Existe esta sensação de simbiose entre decisor e cidadãos e, mais do que isso, a convicção de que, na Praça do Município, trabalha alguém capaz, ágil, pragmático e que não tem medo de, mesmo sem maioria, levar a cabo mudanças profundas na cidade.

No início tivemos um PDM aprovado que foi ao encontro das pretensões dos bracarenses, que queriam mais área urbana e a delimitação de zonas muito concretas para vias, habitação e parques. Esta primeira vitória foi seguida de um quase cinematográfico desatar do Nó de Infias, que durante anos foi o grande tema da cidade. Não exageramos quando dizemos que esta era a obra em que todos os bracarenses acreditavam e foi precisamente esta a obra que o Presidente assumiu como prioritária. Ainda a oposição não tinha tempo de lançar a crítica e já o Nó estava adjudicado. Hoje sabemos que o Município e as Infraestruturas de Portugal planearam grande parte da obra durante a noite, e isso só demonstra a agilidade e o pragmatismo de quem nos governa.

No meio disto tudo, os críticos insistiam nos buracos que viam por toda a cidade. Neste sentido, eis que, na maioria dessas ruas, vemos um programa – Via a Via – a responder a esses anseios e a garantir que a manutenção da cidade é uma realidade cada vez mais concreta, palpável e em execução diária. Estes são exemplos de uma cidade que exigiu de quem a governa e que recebeu a resposta apropriada. E muito mais pode ser dito. Tivemos uma Noite Branca em que a cultura, o espaço público e a coesão comunitária voltaram a ser o centro gravitacional da festa. Vimos famílias e crianças a vivenciar museus, concertos e as nossas ruas; vimos a alegria vestida de branco em todos os momentos. Aliás, esta visão já tinha sido evidente num São João em que o centro da festa foram as pessoas, os bracarenses. Tudo isto faz Braga ser mais e faz-nos sentir ainda mais de Braga.

Agora é continuar a fazer da nossa cidade um lugar de forte investimento, em que as empresas sejam um ponto essencial para a dinâmica do futuro. É garantir espaços verdes e oferecer cada vez mais serviços que o Estado central não consegue proporcionar às populações. É voltar a investir numa cultura centrada na reflexão e no pensamento. A Feira do Livro já está anunciada. Devemos garantir que o tecido associativo possa ser o motor das dinâmicas comunitárias, isto é essencial para manter o nosso legado histórico.

Estou certo de que isto não é um caderno de encargos para o Presidente, porque das promessas eleitorais fez compromissos. E, dos compromissos cumpridos, os bracarenses sentem que têm no seu Presidente um dos seus: um bracarense que vibra com uma cidade azul e que sente o vermelho das suas vitórias.

Diogo Farinha

Diogo Farinha

17 setembro 2026