O início da obra do Nó de Infias representa, além da futura melhoria da trânsito em Braga, uma das grandes marcas da governação do Presidente João Rodrigues: a mobilidade, quer a mobilidade urbana quer a mobilidade em todo o concelho.
É bem sabido que o Nó de Infias, por si só, não irá resolver completamente os constrangimentos da entrada por Braga por esse local mas, sendo as vias de comunicação vias nacionais e não municipais, é ao Governo, como órgão dirigente do Estado, a quem compete resolver o problema.
É importante que se saiba que os 8 anos de governação do Partido Socialista apenas atrasaram esta obra por motivos político-partidários, devido ao facto de os bracarenses terem escolhido um município liderado pelo PSD.
Fica para a história que a Câmara Municipal teve de pagar metade do projeto de uma obra nacional e que, além disso, na véspera de um evento para apresentar o projeto, onde estava combinado estarem o Presidente da Câmara de Braga Ricardo Rio e o Ministro da Infraestruturas Pedro Nuno dos Santos, este comunicou na véspera a Ricardo Rio que não estaria presente porque afinal a IP ainda não tinha aprovado o projeto que ela própria tinha financiado em 50%.
E, desde então, todo o processo ficou imóvel no tempo do governo socialista ou andou em passo de tartaruga.
Na ocasião não se ouviu da parte de nenhum responsável socialista bracarense o mínimo protesto por este grande entrave, promovido pelo PS, à mobilidade e à qualidade de vida de todos que se dirigiam a Braga por Vila Verde, Amares, Terras de Bouro, Ponte de Lima, Vieira do Minho, etc..
E, portanto, se esta obra apenas inicia agora, o grande responsável é o Partido Socialista, já que o atual governo com uma governação de apenas um ano e meio – se descontarmos a interrupção pelas eleições legislativas antecipadas – teve de começar praticamente do zero.
De facto, o trabalho competente e muito determinado do atual Presidente do Município, e do anterior, foi confirmado no próprio comprometimento que o Governo revelou publicamente quando eu próprio no Parlamento, interpelei o Ministro das Infraestruturas sobre a obra do Nó de Infias – algo que fiz por mais do que uma vez neste mandato como no anterior – tendo Miguel Pinto Luz sempre se comprometido com esta importante obra para a cidade.
Agora o próximo grande desafio que, conjuntamente com o Nó de Infias, beneficiará muito a mobilidade na cidade será a construção completa da Variante do Cávado. Através dela muito trânsito que não precisara de atravessar Braga será desviado para o Porto, Famalicão, Guimarães, etc..
Acontece que a Variante do Cávado, devido ao facto de ser composta por vias municipais, já é da responsabilidade da Câmara Municipal sendo, no entanto, o custo das suas obras, por questões ambientais tão elevado –superior a 30 milhões de euros – que Braga não a poderia suportar, sob pena de não ter verba para as necessidades mais essências da população da nossa urbe.
Assim sendo, a determinação e a competência do atual executivo dirigido por João Rodrigues foram essenciais para o apoio do atual governo a esta obra, tendo eu, novamente confirmado esse empenho pelo comprometimento público renovado do Ministro das Infraestruturas no Parlamento, após outra intervenção sobre a Variante do Cávado que fiz no Parlamento, na qual Miguel Pinto Luz reconheceu o problema do trânsito em Braga e a solução que será dada pelo obras na Variante do Cávado.
Assim sendo, as obras da Variante do Cávado serão uma realidade logo que ultrapassadas as dificuldades ambientais e processuais – e também de financiamento – que a mesma acarreta, estando o executivo municipal e o governo central a trabalhar no mesmo sentido.
A verdade é que com os governos socialistas nunca se poderia chegar a este ponto e, quer a população de Braga, quer quem nos visita, continuaria a ter dificuldades na mobilidade infindáveis.
Algo que denota a qualidade do atual executivo é a preocupação que esta obra afete o mínimo o trânsito no local, o facto de a obra ter iniciado no período de férias escolares, bem como só ter iniciado depois de ter sido concluído tem tempo recorde o novo pavimento na Avenida António Macedo, principal eixo de entrada e saída em Braga, dos veículos que atravessam o Nó de Infias.
As medidas do executivo de João Rodrigues vão para muito além destas duas grandes obras como o demonstram, entre outras, a repavimentação de várias artérias da cidade e na variante do Fojo, o arranjo dos passeios, a iluminação, a alteração benéfica do sentido de trânsito de várias ruas como a Avenida 31 de Janeiro ou o benefício que o novo PDM tem para a mobilidade em Braga.