As pessoas querem ouvir o que vai ao encontro das suas vontades mais imediatas. Gostam de ouvir o que querem ouvir, o que lhes interessa ouvir. Assim acontece quando vão a um Médico, a um Advogado ou quando estão perante um Político. Faz parte da natureza humana. Faz parte desta, ainda e porém, o sentido crítico, a interrogação e isso é o que, infelizmente, se tem perdido no que é servido aos cidadãos em catadupa, a grande velocidade, em turbilhões que desconstroem o acto de pensar, que o têm por doloroso ou pura perda de tempo.
É mais fácil a refeição pronta ou simplesmente pré-cozinhada, uma roupagem de pronto-a-vestir.
Quantas vezes se prefere, por mais dócil e mais aprazível, a mentira à verdade, o vendedor de ilusões à integridade. Tudo apesar do engano levar a consequências quase sempre mais caras, mais chocantes, mais penosas num futuro ao virar da esquina.
São muitos os que não regateiam esforços em apelidarem os políticos de mentirosos mas fazem-no, muitas vezes e sem o quererem, contribuindo para essa mesma chaga. Alguns descobrem na mentira uma pele mais acolhedora e seguem-na, facilitando a vida àqueles que assim se arredam por essa via para um qualquer cargo, um qualquer poder. Vão atrás do malabarismo, do artificial, da mentira travestida de verdade porque a verdade não quis vestir-se de mentira.
Ninguém gosta que nos digam para fazer sacrifícios, que não podemos ter tudo mas apenas uma parte, ainda que com um objectivo mais dourado. Vivemos no consome e deita fora, na política do imediato e do instantâneo.
Ao não mudarmos esta tendência bem podemos, sucessiva e reiteradamente, queixarmo-nos que ela sempre se vai sucedendo, sempre nos vai apoquentar.
Aqui chegados há que registar nestas eleições legislativas que se aproximam, um candidato à casa da democracia a que os cidadãos não devem ficar, na esteira da verdade, indiferentes. Firmino Marques!
Braga conhece-o. Sabe as suas vestes, o seu passado, a sua abnegação à causa pública, a sua resiliência. E sabe que nos brinda com verdade!
Não é político de plástico. Colhe o melhor da política, da sua nobreza, tudo sem espalhafatos, sem show-off, apenas cavalgando uma convicção genuína, humilde e construtiva do bem.
É um homem bom!
Propôs-se a uma nova etapa da sua vida pública. As eleições que se avizinham são, para além de indirectamente escolher um governo o mandatar, de entre nós, quem nos represente como povo, país e região.
Não haverá, seja no seu quadrante político, seja noutro, muitas dúvidas que o social-democrata, popular (não populista) democrático Firmino Marques não desiludirá, não apagará do seu código genético a verdade, nem abandonará, em detrimento de qualquer interesse egoístico, a defesa intransigente, não só de quem o elegeu, mas de todos.
Tem fibra e a política precisa de gente assim!
O seu passado mostra um encontro permanente com a comunidade, já o seu futuro denuncia a procura incessante e inconformista do bem comum, sem mentira, sem engodo, sem promessas vãs.
E se na sua apresentação como candidato, que teve lugar na “Bica pública das Sete Fontes” (que tanto lhe é cara) afirmou que estaria sempre por perto, não tenho dúvidas que estará mesmo sempre por perto!
Autor: António Lima Martins