Acabamos de assistir a um dos mais estranhos campeonatos do mundo de futebol de 11, juntando à intervenção da Ditadura da Argentina de Videla em 1978, uma das mais sanguinárias de sempre. Atavam opositores de pés e mãos, antes de os torturar, e atiravam-nos em alto mar de helicópteros. Ainda hoje as Mães procuram seus milhares de filhos como as Mulheres de Esparta… A organização pertenceu aos EUA, Canadá e México. Tivemos uma selecção de futebol, a Argentina, que foi de modo claro e inequívoco ajudada em todos os jogos que disputou. Inclusive no jogo da final contra a Espanha. Para o(a) querido(a) leitor(a) que não frequenta as redes sociais (e pela sua saúde faz bem), circulam de modo transparente em imagem e testemunhos de adeptos presentes nos Estádios e de todo o mundo, todos os favorecimentos à Selecção Argentina. Em especial nos jogos que disputou contra a Argélia (p.e. agressão com os pitões de Messi, etc.); contra Cabo Verde (p.e. falta clara antes do 2º golo da Argentina com nítido derrube do defesa 13 Cabo-Verdiano, etc.); contra o Egipto (p.e. golo limpo anulado ao Egipto numa das mais belas jogadas de sempre que correu cerca de 95 metros; 2 faltas cometidas por jogadores Argentinos dentro da sua grande área contra atacantes do Egipto antes do 3º golo da Argentina, etc.); contra a Suíça com uma das piores arbitragens que já tinha visto em toda a nossa vida do Português João Pinheiro, para vergonha de Portugal (p.e. retirada de cartão amarelo a jogador Argentino e atribuição de 2º cartão amarelo a jogador Suíço, quando estava 1 a 1 e existe um inegável contacto, o qual, mesmo que procurado pelo próprio ou não, é inegável; ou ameaças verbais visíveis de dedo em riste de Messi ao próprio árbitro João Pinheiro que, para espanto de milhões de adeptos presentes nas redes sociais, não atribuiu qualquer cartão e humilha-se a si próprio, à FIFA e a Portugal, etc.); contra a Inglaterra (antes do 2º golo da Argentina, Messi está em fora de jogo no começo da jogada e, antes de centrar, pisa o defesa Inglês 25; ou 2 penalidades por assinalar a favor da Inglaterra quando 2 avançados Ingleses são amarrados dentro da área dos Argentinos em diferentes jogadas: v.g. minuto 32; ou cartazes políticos e de incentivo à guerra no final sem sanção, etc.); contra a Espanha na final (p.e. com a não mostragem de qualquer cartão em face das várias agressões ao longo do jogo de que foi alvo Dani Olmo ou Lamine Yamal; ou em 2 golos limpos anulados à Espanha, sendo o mais cómico a suposta falta sobre o velho Otamendi que, supostamente, é pisado num pé, mas se queixa doutro para rirmos no globo; ou quando é dado cartão vermelho a outro nosso velho conhecido, Enzo Fernández, e, ao mesmo tempo, um jogador Argentino finge estar magoado noutra parte do campo para desviar as atenções; ou quando Messi vai fazer queixinhas ao árbitro de Cucurella, etc.!). Esta péssima Argentina durante 90 minutos não chutou 1 única vez à baliza da Espanha. No final do prolongamento, seguiram-se várias agressões dos Argentinos aos Espanhóis, inclusive dum dos técnicos Argentinos, a soco, contra Dani Olmo. As últimas notícias é que a FIFA quer arquivar tudo (eh, eh, eh!). Recorde-se que a Argentina não teve uma única decisão do VAR contra si no torneio. I.e., neste novo modelo de arbitragem, o decisor absoluto é o VAR, sendo o árbitro principal de campo apenas um ventríloquo?! Se assim é, é mais fácil manipular agora um jogo do que antes! Ao mesmo tempo, a insuspeita REUTERS (22/7/26) confirma que há investigações do FBI por suposta lavagem de dinheiro da AFA-Associação de Futebol da Argentina nos EUA, Flórida e Miami, precisamente onde Messi joga. A maioria dos Portugueses apoiou Espanha, mas não esquece que após a derrota de Napoleão, o Congresso de Viena de 1815 debruçou-se sobre Olivença! O art. 105º do Acto Final reconhece a justiça da reclamação portuguesa e compromete as potências signatárias, incluindo a Espanha, que aderiu ao tratado em 1817, a aprofundar esforços para a devolução de Olivença a Portugal. I.e., Espanha assinou um compromisso internacional de devolução que não cumpriu até agora. Bem sabendo que Catalunha e País Basco, entre outras Autoridades como a Galiza, apoiam Portugal. A Espanha ganha mais na sua unidade se devolver já Olivença.