Este ano acabou da melhor maneira para João Rodrigues e foi reveladora da superficial oposição que temos em Braga.
Em todas as grandes questões estruturantes e importantes para o desenvolvimento do Município, João Rodrigues ganhou e também ganhou o concelho.
Na Assembleia Municipal foi eleito para seu presidente, o Professor Doutor Fernando Alexandre, até com larga vantagem, de longe o melhor candidato sujeito a sufrágio pelo parlamento bracarense, mas numa eleição de altíssimo risco político, tendo sido acompanhado para a mesa de dois deputados municipais com muita experiência nas suas funções, como é o caso de Serafim Rebelo e de Pilar Araújo Teixeira.
A aprovação do financiamento comunitário para a requalificação do Pópulo foi outra grande vitória para João Rodrigues e para a cidade, quer pela poupança dos cofres municipais face a parte da obra já realizada, quer porque, sem ela, seriam deitados fora mais de dois milhões e meio de euros destinados à reabilitação pedonal, rodoviária e espaços adjacentes de uma zona importante de Braga.
Por fim, a aprovação do PDM, com todas as peripécias de politiquice das forças da oposição, exceto do CHEGA (pasme-se!), foi outra grande vitória para João Rodrigues e para Braga. Esperemos que os deputados municipais da oposição sejam mais responsáveis que os seus vereadores para não atrasarem ainda mais a sua entrada em vigor.
Aliás, o atraso da aprovação do financiamento das obras do Pópulo, assim como a votação do PDM, revelam, pelo menos em parte, uma padrão de comum da irresponsabilidade quer do PS, da ASB e da IL, como passaremos agora a demonstrar:
A oposição – excetuando o CHEGA quando ao PDM – numa primeira fase alega sempre falta de informação, omitindo-se da suas obrigações de estudo, de colocação de dúvidas e de disponibilidade para as receber.
Quando o Presidente da Câmara presta novamente informação que já tinham obrigação de saber, organizando inclusivamente sessões informativas, até num sábado, com os técnicos municipais responsáveis, qual é a posição da oposição citada ?
A oposição falta e manifesta total indisponibilidade!
Os bracarenses não têm nada a ver com as atividades pessoais e profissionais dos vereadores da oposição, que têm de estar à disposição do município nas modalidades que a lei consigna ou então nunca deveriam ter ido a eleições.
Em segundo lugar, a alegação que não conheciam o PDM denota bem a superficialidade da oposição bracarense.
Então estes senhores, que diziam que se candidatavam à presidência do Município, revelam que afinal não conheciam o projeto de PDM? Mas como é possível? Um documento que foi objeto de discussão pública, mais do que uma vez, durante meses a fio, com milhares de reuniões, super participado pela população e, afinal, estes senhores candidataram-se às eleições sem conhecerem o documento?
Este senhores revelam que nunca conheceram o PDM de Braga em discussão antes de lhe ser apresentado como vereadores!
Como é possível tamanha confissão de ignorância de quem se candidatou há poucos meses às eleições? E ainda por cima votam contra?
Claro que, face à reação negativa ao seu comportamento por uma fatia substancial da população bracarense que estavam a ver goradas as suas expetativas vieram, agora, tentar emendar a mão.
A abstenção desta oposição revela a sua abstenção ao desenvolvimento da cidade, num PDM essencial para o aumento da habitação, diminuição dos seus preço, de contributo importante para o aumento da atividade económica e desenvolvimento ambiental de Braga.
Outra incongruência desta oposição é o argumento de que apenas uma parte diminuta do PDM – cerca de 4 a 5% – que permite o desenvolvimento da construção, quando o presidente João Rodrigues contrapõe com um aumento de cerca de 30%.
Então, se é como a oposição diz, porque é que com o atual PDM não houve construção em 1.519,78 hectares e passará a haver a partir de 2026?
Face ao argumento que apresentam têm de responder a esta questão!
A nossa fraca oposição também não deixará de ser responsabilizada se houver atrasos nos principais procedimentos urbanísticos, pela diminuta delegação de competências que quis aprovar.
Braga espera que esta oposição não volte a fazer das suas, aquando da decisão das Grandes Opções do Plano para 2026, quer no Plano de Atividades, quer no Plano Plurianual de Investimentos, mas antes que se preparem, que estudem devidamente e que exercem com mais competência e dignidade as suas relevantes funções.