1 – Gratidão – Palavra que está a ser pouco aplicada por cada um de nós. O seu antónimo fere consciências. A ingratidão está a ser muito generalizada neste mundo tão egoísta, tão traiçoeiro e materializado.
Sejamos gratos e nunca esqueçamos as boas ações dos nossos semelhantes.
2 – Fé – Ter fé, crer em Deus é uma crença que nos ajuda a viver e a caminhar com alegria, sabendo que há um Ser que vive connosco: nas aflições, nas doenças, nas alegrias. É o conforto do nosso espírito, seja qual for a religião. O que é preciso é sabê-la viver com equilíbrio.
Ter fé no nosso desempenho, nas nossas tarefas, em tudo o que realizamos é caminho, quase certo, para ter sucesso.
3 – Amor «amor omnia vincit». Esta expressão latina, o amor vence tudo, já vem das Bucólicas de Virgílio e popularizada ao longo dos tempos, através de pinturas e de outras obras e pelo próprio poder linguístico popular e nela tudo converge. Com amor tudo seria pacífico, a harmonia existiria no mundo, a paz seria o sentimento geral da humanidade…
4 – Perdão – Pedir perdão por qualquer ofensa que pratiquemos ou que dirigimos ao nosso semelhante é uma libertação de algo que nos apoquentava, que nos feria, que nos causava tristeza e revolta. É uma atitude que conforta quem pede e quem aceita. O rancor corrompe o nosso interior e leva-nos a fracassar psicologicamente.
5 – Verdade/honestidade – Estas atitudes, concretizadas na nossa vida, leva-nos a uma felicidade, a um bem-estar, a uma pureza de espírito que não há adjetivos que qualifiquem estas práticas tão belas e tão nobres de um ser humano. Se queremos andar tranquilos, se queremos andar de consciência limpa, sejamos verdadeiros e honestos.
6 – Paz – Homens que mandam no mundo que poderiam ser mais humanistas. Deixando o seu ego e pensar no mal que estão a fazer ao seu semelhante. Desprezam a humanidade sem sentido. Cobiçadores daquilo que não precisavam. Países que poderiam ter os seus povos descansados, dar-lhes uma vida de alegria e sossegada, dar-lhes o alimento e o bem-estar que tanto precisam, mas não se contentam com a riqueza que já têm que poderia ser distribuída, com equidade, pelos seus povos, mas, ao contrário disso, matam os seus e matam os outros que viviam sossegados no seu país. Em pleno século XXI, como é possível invadir países independentes que nada fizeram para provocar estas destruições e estas mortes. Jovens, “na flor da idade”, que vão, muitas vezes, contrariados,
para uma guerra que um homem e seus conselheiros, muitas vezes, também, contra a sua vontade, fazer aquilo que um ditador manda.
Falo , sobretudo, nesta guerra da Ucrânia que nunca mais tem fim. Um povo sofredor que, injustamente vê os seus bens destruídos, milhares de pessoas a morrer, Mas porquê? Não é fácil de ententer estas atitudes diabólicas. Deus tenha compaixão desta gente e que este Natal o Menino Jesus, simbolizado no Presépio de Belém, dê tranquilidade a esta gente que sofre inocentemente.
7 – Esperança – Tenhamos esperança porque Deus, com certeza, vai dar-lhes um futuro melhor e não deixará que este conflito se alastre pelo resto do mundo. Há alguns indícios positivos, mas o obscurantismo e mentes ruinosas vivem no seu egoísmo, elites que procuram tudo para que não percam as suas regalias, o seu luxo, o anti-humanismo, não olhando à fome, à miséria, às atrocidades que estão a provocar. Tantos países no mundo que vivem estas situações em troca dos luxos de uma pequena fação que tudo tem, tirando o pouco que outros possuem. Tanto dinheiro se gasta em armamento que dava para alimentar muitos povos. Tenhamos esperança e confiança no nosso Deus que dá a liberdade às nossas ações, responsabiliza-nos, mas, com certeza, está atento a tudo o que se está a passar no mundo. Deus tenha no Seu regaço estes santos que têm perecido nestas terríveis desumanidades.
8 – Liberdade – A liberdade, tomada no seu verdadeiro sentido, é uma das palavras repleta de sentimentos profundos e dignos para todos nós, mas transformada em libertinagem, anarquia, leva, tantos povos a revoltarem- se, causando tantas ditaduras por esse mundo além. A liberdade é símbolo de paz, de harmonia, de respeito uns pelos outros, naquilo que conseguiram angariar com o seu trabalho, na justiça em todos os setores da sociedade. Uma empresa que escravize e não pague aos seus funcionários aquilo que eles merecem não está a praticar a justiça, tendo, é evidente, em vista os seus lucros e as suas possibilidades. O empresário precisa de lucros para manter a sua empresa forte e os seus trabalhadores motivados, mas haja o bom senso e compreensão de parte a parte. É este o teor da liberdade, democracia… que tem como lema a justiça entre os povos.