A crise migratória de Ceuta é 1 dos mais graves desafios à autoridade pública de Espanha e UE e às políticas nefastas de Pedro Sánchez. O homem acabou de legalizar 500 mil imigrantes ilegais dando um 1 sinal mundial de que todos podem ir para Espanha e, já agora, ocupar as casas dos outros. Mas o que Pedro quer é comprar votos! A entrada massiva de dezenas de milhares de pessoas vindas de Marrocos, nos dias 30 e 31/7, não foi só 1 emergência humanitária: foi a violação da segurança fronteiriça espanhola e da fronteira externa da União Europeia. As estimativas ultrapassaram as 78 mil violações, embora uma parte significativa tenha regressado a Marrocos. Permanecem, todavia, entre 8/11 mil pelas ruas e praias, ora espalhando doenças graves mesmo entre militares, ora violando sexualmente meninas, ora improvisando casas de banho nas vias públicas no meio dum cheiro nauseabundo. A 1º responsabilidade é do Governo de Espanha. Ceuta não está isolada do mundo, é território Espanhol e foi Portuguesa até 1640, ficando até com as 5 Quinas na Bandeira. Por opção comercial não se separou dos Reis Filipes. Compete a Madrid garantir a segurança das fronteiras e Legítima Defesa (S. Tomás de Aquino, S. João Paulo II). Espanha tem que disponibilizar segurança nas fronteiras e proteger a População em pânico. E proteger os próprios migrantes que cometem crimes entre si, incluindo violações sexuais. A Polícia e Sindicato Unificado de Polícia denunciaram até dias recentes pelo menos 15 agressões sexuais relacionadas com imigrantes ilegais. E os serviços de saúde confirmaram o atendimento de menores vítimas de suspeitas de agressão sexual! A Polícia Nacional chegou a indicar 11 denúncias envolvendo menores marroquinas que entraram durante a vaga migratória. A “Fiscalía” de Ceuta, por sua vez, contabilizou 13 denúncias formalizadas judicialmente até 17/8, três envolvendo vítimas menores. E já há Mulheres Espanholas vítimas. Salvaguardando a Presunção de Inocência, as denúncias de agressão sexual numa crise desta natureza são 1 sinal de alarme extraordinário, rectius assim existem menores entre as potenciais vítimas. Porque o Estado sanchista e socialista não conseguiram garantir desde o 1º momento espaços seguros, vigilância adequada e separação efectiva dos vulneráveis? Ceuta ficou sobrecarregada nos serviços públicos, alimentação, alojamento e protecção de menores. O Presidente de Ceuta Juan Jesús Vivas perdeu a paciência com Madrid e acusou o Governo de “passividade”, dando a Pedro Sánchez um prazo de 30 dias para apresentar 1 solução, sob ameaça de recorrer ao Poder Judicial e às Instituições Europeias. É simbólico: Sánchez não presta politicamente. Bruxelas declarou em conferência formal que a legislação europeia prevê o retorno de todas as pessoas que se encontrem irregularmente no território. “Humanidade” e “segurança”? A política migratória europeia tem de harmonizar: proteger quem necessita de protecção e, ao mesmo tempo, garantir que a entrada irregular não se transforma num mecanismo permanente de acesso ao território europeu. O que o Estado do Vaticano inclusive pratica. A resposta do Governo socialista Sánchez aos menores foi sinistra: o abandono total, o que deu tempo para violar. Ao propor recentemente a transferência de 500 menores para Espanha, mostra por 1 lado que cedeu a parte das críticas e que, por outro lado, quer violar as regras da UE e a opinião do Presidente de Ceuta Vivas e do Presidente Galego Feijóo: “todos, todos, todos, têm que regressar a Marrocos, quem faz um Mundial de Futebol conjunto, não desajuda”. Sánchez “Pedrito” e os seus muchachos são responsáveis pela preparação das fronteiras, coordenação Ministerial, protecção dos vulneráveis, capacidade de acolhimento e política clara perante Marrocos. Como foi possível que 1 fronteira europeia com Rabat fosse atacada pelas costas com 1 mega mobilização? E porque Espanha foi incapaz de acompanhar os acontecimentos? Não podemos esquecer que contra as Directivas da ONU, Pedro Sánchez e os socialistas de Espanha (que dizes José Luís Carneiro e PS Português?) reconheceram que “o Sahara Ocidental pertence à ditadura de… Marrocos”. Traidor dos Direitos Humanos! Crime penal internacional! Ceuta não é 1 laboratório! A Defesa dos Direitos Humanos exige Polícia e Militares, exige Segurança nas Fronteiras. Exige protecção de Meninas sozinhas!!! Ceuta não quer solidariedade ou caridade, Ceuta quer Segurança terrena e laica. De contrário, Ceuta continuará a ser não só o símbolo duma crise migratória, mas também o da incapacidade política de prevenir e controlar. E a Legítima Defesa para lá de laica, é divina.
Ceuta: crise expõe erros de Pedro Sánchez e Governo Espanhol
Gonçalo S. de Mello Bandeira
21 agosto 2026