O processo de “desconstrução europeia”). É normal, nos “media” e na por eles formada “opinião pública”, referirem-se as transformações graduais e sucessivas (os tais “pequenos passos furtivos” que propunha o fundador Robert Shuman…) que tem sofrido a arquitectura política dos diversos Estados europeus, como: “construção” europeia. Porém, o que se tem realmente passado, sobretudo desde o tratado de Maastricht (1992) é a desmontagem, a “desconstrução”; a dissolução política e nacional dos mesmos Estados. É a fusão (e o processo ainda vai no princípio…) da “pasta amorfa” resultante, num “super-Estado”, numa Federação. À qual só poderão chamar “europeia” porque os Estados que essa Federação vai dissolvendo e desactivando, se localizam no extremo ocidental do continente euro-asiático. E não porque se continue, bem pelo contrário, a respeitar a ligação de cada Estado constituinte a uma (ou várias) bem definidas “nações”, geneticamente europeias. As quais são obrigadas a aceitar maciças e contínuas ondas de migração e povoamento vindas das mais distantes partes do planeta Terra…
A forte baixa da natalidade é pretensamente “compensada” com vasta importação de imigrantes sem qualquer conexão à Europa). A baixa natalidade parece fomentada de propósito. Há falta de condições económicas; os modelos sexuais que os “media” impõem na cabeça das raparigas são normalmente minoritários e alienígenas; a igualdade “de género” convida a que as mulheres tenham filhos cada vez mais tarde; protegem-se os comportamentos “gay” e transgénero; privilegia-se o consumismo e o comodismo; apaga-se a noção de Pátria, de patriotismo e de serviço a Ela. Os países europeus e os seus nacionais “vivem a crédito”; para alcançar o bem-estar e a prosperidade são capazes (as pessoas e os Estados) de se endividar, assim perdendo a Liberdade. Vive-se com o que se não tem; e espera-se que as dívidas só sejam “cobradas aos bisnetos”; mas não é assim que as coisas se passam. As próprias Economias são com frequência organizadas (mal), de forma a dependerem de grandes quantidades de “mão de obra” que está longe de haver cá (a nossa emigrou!); e tem de vir do Brasil, da África… ou pior, dos 5 países do Hindustão. Nesse sub-continente, há 2 biliões de cidadãos, quase todos pobres (e há 200 para cada “valente lusitano”…). Imagine-se o brilhante cenário futuro, dumas eleições portuguesas (ou francesas ou britânicas, p. ex.,), em que, por naturalização, já grande parte do eleitorado irá ter pais ou avós estrangeiros… É fazer as contas, como dizia o Guterres.
Em 2025, já a terça parte dos nascidos em Portugal, foi de mãe estrangeira). Esta alarmante estatística foi conhecida há semanas atrás. O que ela deveria acrescentar é que, mesmo com a mãe sendo portuguesa, muitos dos pais (e claro que não me refiro a Braga ou Viseu…) também já são gente de fora…
O futuro da UE, na hipótese de continuidade destas tendências). Em 2026, já o presidente do Conselho Europeu é um luso-goês (o dr. Costa); um dos porta-vozes da Comissão é um franco-magrebino; e a pres. da Comissão é uma perigosa e cega aristocrata alemã (do tipo “mr. Magoo” mas de saias). Se a UE continua neste brilhante caminho, aumentarão ainda mais, a imigração (incl. a ilegal), as naturalizações, o direito de voto oferecido a elementos perfeitamente não-europeus e hostis, a mestiçagem, a desmoralização dos nacionais, a Droga, a corrupção, os raptos, a prostituição, as desordens sociais e nacionalistas (que provavelmente acabarão em sangrentas guerras civis, de final, garanto eu, incerto); e por aí fora.
O futuro da UE, se forem os (verdadeiros) nacionalistas a ganhar as eleições). Garanto que, quanto mais tarde, pior. Aí, haverá uma reposição do “jus sanguinis” em vez do “jus soli”, no que toca ao direito (completo) de cidadania. Haverá uma boa quantidade de expulsões de estrangeiros hostis. Haverá reestruturação das Economias. Poderá, contra tudo isto haver revoltas e até guerras civis (mas estas já não serão perdidas pelos patriotas). E serão, de vez, restauradas a Moral, a Racionalidade, a Estética, a própria Religião e os bons costumes.
A Europa inclui a Rússia, vai desde o Algarve e Galiza, até aos montes Urais). A Rússia não é inimiga da Europa; é desta, mesmo, uma das partes mais extensas e mais valiosas. Os inimigos da conservadora Rússia de hoje, é que são mal disfarçados inimigos da verdadeira e tão sitiada Europa actual. Dizer o contrário é ser analfabeto em Geografia e Antropologia. E é pensar que a História da Rússia só começou em 1917. E não mudou radicalmente de rumo (e de Política) desde 1991. É que, já lá vão uns longos 35 anos de ultrapassagem definitiva da fase comunista, enfim…