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A importância da eleição de Marques Mendes

Portugal encetou uma inversão de trajetória decisiva para o seu desenvolvimento há pouco menos de 2 anos após a escolha de Luís Montenegro para dirigir o governo.

A vitória da AD iniciou um ciclo de crescimento do país que já se começa a notar ao nível do bolso dos portugueses e ao nível também das contas públicas.

De facto, foi obtido o acordo em mais de 21 carreias profissionais, diminuíram-se os impostos, os salários começaram a crescer, como aliás a própria OCDE assim o confirmou, tendo mesmo o salário dos portugueses aumentado 7% em toda o OCDE, a maior subida entre todos os países que a constituem.

Em 2025 a economia deverá crescer 2%, com superavit orçamental e a dívida pública deverá ser inferior a 90%, num trajetória consistente de descida.

Aliás, várias revistas internacionais como o The Economist ou o Financial Times não têm feito outra coisa ultimamente do que confirmar tudo isto. 

O grande objetivo dos governos de Luís Montenegro é o de criar riqueza no país, para poder ser melhor distribuída, acudir socialmente aos mais débeis e aumentar o nível de vida dos portugueses.

De facto, o que se pretende é criar uma forte classe média ao nível dos países europeus mais avançados, começamos muito em baixo e ainda se nota pouco mas é essa a opção governativa. 

De facto, não há nenhuma razão para não termos níveis de vida da nossa população equivalente à de países com número de habitantes e de território semelhante ao nosso, alguns até mais pequenos, como a Suécia, a Finlândia, o Luxemburgo, a Bélgica, a Noruega, a Dinamarca, entre outros.

Só as nossas opções erradas no passado é que não permitiram isso. 

Os governos da AD sem nenhum complexo assumem que criar riqueza em Portugal é fundamental.

A maioria tangencial da anterior legislatura, bem como a atual maioria foram o inicio de um caminho muito diferente que Portugal começou a tomar, após a eliminação da bancarrota socialista e o afastamento dos governos do PS.

No entanto precisamos de tempo, de estabilidade, de governos que governem uma legislatura para as políticas serem consistentes, duradouras, que possam realmente produzir resultados, sem inversões de trajetória que levam tudo a perder. 

A interrupção das legislaturas tem um custo enorme para Portugal, não apenas pelos aspetos financeiros que novas eleições acarretam mas, principalmente, pela interrupção de políticas que estão em curso. 

Essa é uma das razões mais importantes para a eleição de Luís Marques Mendes. 

Vendo todos os candidatos em presença, fácil é perceber que é o único que garante estabilidade, consistência, durabilidade a um mandato governativo muito importante para Portugal continuar no caminho de desenvolvimento que tem tido. 

Também não há nenhuma razão para se pensar que Luís Marques Mendes não exercerá um mandato independente, isento e imparcial.

É alguém que debateu, comentou e a analisou os problemas de Portugal durante anos e fácil é reconhecer que foi isento nas suas opiniões. 

Melhor prova dessa isenção é o facto vários militantes do PSD se sentirem incomodados com a sua opinião porque muitas vezes ia contra as decisões do partido e dos seus dirigentes. Haverá maior prova independência do que essa ?

Além do mais, quando foi dirigente do PSD teve de afastar autarcas vitoriosos nos seus concelhos por problemas ligadas à ética política e de governação municipal e todos os factos ulteriores lhe deram razão !

Há melhor prova de independência do que esta ?

Por outro lado , Luís Marques Mendes é o único candidato em condições de derrotar sem dúvidas o candidato populista, a candidatura socialista ou qualquer outro dos candidatos que se apresenta a sufrágio.

Lembro também que Luís Marques Mendes, enquanto governante foi o grande percursor das políticas da juventude em Portugal. 

E o que representa Cotrim? Alguém está de acordo ter um Presidente da República que só se lembrou das questões sociais e de proteger aqueles que podem ser vítimas de uma economia de mercado que não olhe para os mais desfavorecidos, só porque está em campanha ? 

Que medidas ou políticas é que constituem a marca de Cotrim como político, exceto uma economia liberal praticamente sem limites ?

Um candidato que não hesita em afirmar que poderia aconselhar o voto em André Ventura? E que depois vem justificar o que, em consciência, disse , quando se apercebeu dos malefícios para a sua campanha, porque não sabe o que lhe passou pela cabeça?

Então podemos ter um Presidente da República com desvarios destes? 

Por todas estas razões é imperioso que no próximo dia 18 o eleitorado AD vote em massa em Luís Marques Mendes.

 

 



 

Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa

14 janeiro 2026