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O Poder Local: que realidade (4)

 


 

 


 

Nunca é demais chamar atenção e repetir para a necessidade do eleitor ter cuidado, perspicácia e estar bem consciente em escolher o melhor candidato. Um candidato que possa oferecer mais garantias de sucesso para enfrentar e resolver os problemas da edilidade, da cidade e das freguesias. Há candidatos e candidatos. E nestas eleições a variedade é muita. Mas, qualidade não me parece haver assim tanta. É preciso, por isso, votar e votar bem, porque o futuro está a um passo que tem que ser bem ponderado e bem dado.


 

1 - A minha escolha está previamente definida. E consolidada. Escolha proveniente de uma reflexão ajuizada e de uma visualização extensiva das candidaturas. Até por exclusão de partes, não foi difícil chegar ao nome de João Rodrigues (JR). De todos os candidatos que vão apresentar-se a eleições, é o que me parece ter melhores condições para exercer este cargo de grande responsabilidade política e de preocupação social, de forma a gerir a cidade e o concelho com moderação e rigor. Apesar da “campanha negra” que lhe moveram, por arrasto e por causa do pai ser cliente da empresa de Luís Montenegro, continuo a pensar que JR é o que tem, de todos, o perfil adequado para vencer e se tornar num eficiente Presidente de Câmara. 


 

2 - Eu aposto, claramente, na juventude em detrimento da terceira idade, uma vez que, nesta matéria, a idade importa. Importa mesmo. Não vale a pena sacudir a água do capote com o neologismo justificativo do “idadismo”. O que pode um candidato de setenta e dois anos e meio dar de novo à cidade e às freguesias? Outros tempos exige, claramente, gente nova. Exige outra mentalidade e outro dinamismo. Eu aposto no candidato que tem experiência como vereador no pelouro do Urbanismo, talvez, o mais complicado de todos os pelouros camarários. É também aquele em que é preciso ter coragem e discernimento para assumir posições e tomar decisões que põem em causa os interesses de gente que orbita na área do imobiliário. É neste pelouro que a corrupção, o favoritismo, a negociata mais se sente e maior degradação causa à imagem de um Câmara Municipal. Estes pecados (abusos) sociais e democráticos têm que acabar. E de vez.

Eu aposto num candidato que sabe pensar. Sabe o que quer. Tem ideias e projectos exequíveis e arrojados. A construção, por exemplo, de um Parque Ambiental (sócio-cultural) com 50 hectares é mesmo um grande desafio que implica determinação e uma consciência virada para o futuro. 


 

3 - João Rodrigues é o candidato certo para o lugar certo. Tem bons atributos naturais -inteligência, sensibilidade, capacidade de trabalho, sentido de responsabilidade, humildade - que lhe dão uma “performance” acima dos seus rivais. Vem de uma família com recursos financeiros, o que garante, de certa forma, não ter necessidade de se “vender” por nada deste mundo. Eu, como seu potencial eleitor, só “exijo” que JR corte radicalmente com o modelo de gestão do seu antecessor, de modo a dedicar-se a tempo inteiro aos bracarenses e às freguesias, ao concelho. Eu como seu potencial eleitor só “exijo” que JR se porte bem, com respeito pelos bracarenses e que zele, uma vez presidente, pela sua imagem de seriedade e de rigor. E de verdade.


 

4 - Sem ser favas contadas, creio que João Rodrigues será o próximo Presidente da Câmara Municipal de Braga. Com trabalho e determinação, mas, fundamentalmente, com visão este objectivo pode ser concretizado. E Braga merece “coisas” diferentes.


 

Como ponto de honra: João Rodrigues, uma vez Presidente, terá que cumprir religiosamente o que prometeu. Não pode fazer como outros que se enrolaram em “brincadeiras” e em endividamentos que, no final, a mais-valia citadina, em 12 anos, foi pouco significativa.


 

Armindo Oliveira

Armindo Oliveira

21 setembro 2025