O assunto é muito sério e as 3 superpotências estão de acordo). Coisa relativamente rara… Porém, China, Rússia e os “novos” Estados Unidos (de Trump) estão, todos os 3, de acordo acerca da necessidade de a Guerra Kieve-Moscovo ter de acabar depressa. E de que a Ucrânia (que foi erigida em estado, apenas em 1991, ao passo que a velha Rússia já existe desde o séc. IX d. C. ...), vai ter de perder territórios. No mínimo, os que já perdeu nesta guerra.
Não é para todos, ser convidado pelo Presidente, a visitar a Casa Branca). Havia mesmo fortes dúvidas de que Zelenski fosse convidado, uma vez que quase todas as declarações do PR americano indicavam que o assunto se resolveria rapidamente, mas só com um diálogo entre EUA e Rússia. Dispensava-se a participação da pequena e ultra-dependente Ucrânia; e da desunida mas sempre belicosa, nada diplomática e muito irresponsável “União Europeia”. Porém, a política internacional, controlada por aquilo a que o judeu Karl Marx, pudicamente sempre designou por “Grande Capital” (judaico, obviamente) tem conspirado activamente, atrás da cortina, claro, para que a Rússia, sua velha inimiga, seja sempre prejudicada. Para que morram ou fiquem extropiados, o mais possível de russos e de russos do sul (os ucranianos). E que para aqueles lados (tal como na Europa Ocidental e nos EUA) nunca haja acordo ou unanimidades. “ Dividir para reinar”, pois.
As visitas prévias de Starmer e de Macron). Dada a inflexibilidade aparente, da parte de Trump, acerca de quase ignorar a Ucrânia nas concessões que vier a arrancar da Rússia com vista ao final da guerra, os “europeus” resolveram mandar aos EUA, primeiro o sempre atrevido (no Brasil, dir-se-ia “enxerido”) Macron, o homem que é “recordista mundial da auto-estima”. E logo depois, o ainda mais postiço Keir Starmer. Este, galanteou Trump com um quase irrecusável e “selecto” convite do rei inglês para o visitar. Trump ficou deliciado; porém, Trump não adivinhava que poucos dias depois, o citado “real funcionário público” haveria de receber primeiro o “heroico Zelenski”, logo após o enxovalho que, por culpa própria este haveria de sofrer na Casa Branca… E Trump lá aceitou que Zelenski (melhor se diria, “sua-excelenski”) se fizesse convidado para a Casa Branca, em 28 de Fevereiro.
Todos engravatados e Zelenski, quase de “fato de treino”). De camuflado não era, de certeza, ao contrário das desculpas que dá “certa imprensa”. Ainda estão para se descobrir os motivos pelos quais o líder judaico da Ucrânia teima em andar assim vestido (e boa parte do ano, mesmo em manga curta). Será desprezo pelos outros, um super-ego invencível? A ideia seria: “estão a ver, eu estou ao vosso nível, mesmo sem, como vós, andar de fato e gravata”. Como não dá para perceber, os zombeteiros dizem que “o actor de Krivoi Rog” se veste assim, agora que já é crescido, porque na infância os pais o proibiam de trajar de Zorro ou de Super-homem, os seus heróis. E só não vem “de capa e espada” porque a mulher e os amigos não deixam. Quando Trump o foi receber, à porta da Casa Branca, comentou sorrindo, algo como “você hoje vem vestido à maneira…”.
Com o rei de Espanha, foi confrangedor). À época já o comentei aqui. Ver o rei de Espanha ir esperá-lo, com passadeira vermelha, ao aeroporto; e depois, lado a lado, o pequeno Zelenski parecia que levava o gigantesco Filipe VI por uma “trela invisível “.
Sempre a interromper, na “sala oval”). Dá ideia de que Trump quis, antes de ter alguma conversação formal com ele, apresentar as incoerências e fraquezas de Zelenski aos seus ministros e a vários jornalistas, numa troca de ideias pública mas informal. O líder de Kieve distraiu-se; e pensou que estava, para aí, em Bruxelas ou Lisboa; e começou a interromper com frequência as frases de Trump, sem o deixar acabar (Trump tem o dobro da sua idade e era o “dono da casa”, tendo-o convidado contrariado…). A certa altura Vance, o “vice”, homem da idade do visitante, comentou: “você nunca agradece o que temos feito por si ?”. O visitante queixou-se de que Vance estava a elevar a voz, no que foi logo corrigido por Trump: “não, não está”. E repetiu: “você não tem quaisquer trunfos, não compreende isso?” (“You have no cards”). Daí que nem se tenha seguido a tal reunião formal. Saiu quase a correr e 2 dias depois, à procura de “colinho”, era recebido quase em apoteose, pelos habituais “astros da política europeia”, da dimensão dum Costa, duma Von der Leyen, duma Melloni…