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Centro Social Paroquial de Ribeirão festejou 40 anos com melhoria das capacidades e condições para os utentes

Fotografia Francisco de Assis

Francisco de Assis

Jornalista

Publicado em 19 de setembro de 2026, às 20:43

A cerimónia ficou marcada por vários momentos simbólicos, incluindo homenagens ao fundador e presidente, monsenhor

O Centro Social Paroquial de Ribeirão, concelho de Famalicão, celebrou hoje os seus 40 anos de existência, marcados pelo cuidado, amor, gratidão,  mas também de evangelização e caridade. A festa teve muitos momentos simbólicos, nomeadamente o hino do Centro Social, a homenagem ao fundador e presidente da instituição, monsenhor Manuel Joaquim Fernandes, mas essencialmente pela inauguração das obras de aumento das capacidades e melhoria de condições para os utentes do Centro Social e Paroquial de Ribeirão.

A festa começou precisamente com o hino do Centro Paroquial de Ribeirão, cantado e tocado pela primeira vez. Trata-se de uma obra do padre António Oliveira de Azevedo, interpretado ontem pelo pianista Gonçalo Carvalho.

A comitiva dos convidados da festa foi encabeçada pelo Bispo Auxiliar de Braga, D. Delfim Gomes, numa sessão onde estiveram a Secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão, Clara Marques Mendes; o presidente do CNIS, padre Lino Maia; o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos; Carla Vasconcelos, diretora da Segurança Social de Braga; Jorge Pereira, em representação da UDIPS, entre outras personalidades.

Na sua intervenção, o presidente do Centro Social Paroquial optou sobretudo por agradecer a todos aqueles que o ajudaram a dar corpo ao Centro, que começou há 40 anos, como poucas crianças de ATL. Hoje, a instituição tem mais de 400 utentes, entre idosos, crianças e pessoas com deficiência; e emprega mais de 130 pessoas. «Quanto esperei por este momento! Muito obrigado”.

Monsenhor Manuel Joaquim recordou que o lema da casa continua o mesmo, isto é, «Educar, cuidar e apoiar”.

E anunciou: «Queremos continuar a crescer. Porque parar é morrer». E sugeriu setores como residências colaborativas».