Esta escola, situada no centro da cidade em São Victor, umas das referência a nível nacional, tem direto a 32 auxiliares, mas apenas tem ao serviço 15. A situação não é novidade na escola, pois no ano transato problemas idênticos adiaram o arranque das aulas.
Para esta situação contribuiu o atraso no concurso do Ministérios da Educação que apenas em outubro vai conseguir afetar à escola mais cinco funcionários.
«O concurso veio tarde de mais e a escola não tem culpa. Ainda autorizaram dois tarefeiros, que vêm fazer 3 horas e meia, no fundo, dois correspondem a um funcionário», explicou a directora, Ana Caldeira em declarações à RUM.
A direção da escola aguarda por uma proposta da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) que solucione o problema. Caso contrário a aulas não vão arrancar na Gulbenkian.«A única possibilidade de a escola abrir as portas amanhã seria através da contratação de mais tarefeiros. Um pedido não autorizado pelo Ministério, porque esses contratos são para o ano todo. Eles acham que se me derem agora os oito tarefeiros, depois a escola vai ter funcionários a mais», disse. Os encarregados de educação estão em sintonia com a escola e concordam que sem condições as aulas não devem arrancar. O Diário do Minho está a tentar contactar a DGEstE, mas sem sucesso.
Autor: Nuno Cerqueira