Na próxima sexta-feira, dia 20 de dezembro, terá lugar, no edifício dos Paços do Concelho de Braga, pelas 14h30, a sessão de assinatura dos contratos de cedência temporária ao Município de Braga de nove hectares de terrenos pertencentes ao Estado, localizados nas imediações do Hospital de Braga.
A cedência, pelo Ministério da Saúde, visa a prossecução do projeto do Eco-Parque das Sete Fontes, uma ambição do Município para a criação de um espaço verde e de lazer naquela zona da cidade.
O anúncio foi feito esta segunda-feira pelo presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, durante a votação da proposta de Execução n.º1 do Plano de Urbanização das Sete Fontes, na reunião do executivo municipal.
O autarca considerou a assinatura do contrato com o Ministério da Saúde como um passo «muito importante» para a concretização do projeto, que visa transformar a área num grande espaço verde ao serviço da população.
Ricardo Rio esclareceu que o acordo não implica a aquisição da propriedade dos terrenos, mas sim a obtenção de um direito temporário sobre os mesmos. «Este é um direito provisório, uma cedência temporária dos terrenos para a realização do Eco-Parque. Se, num futuro provavelmente remoto, houver necessidade de expandir o Hospital de Braga para essa área, o interesse público prevalecerá sobre o usufruto do parque», explicou.
O presidente da Câmara lembrou que este acordo representa uma «ambição antiga» que já data desde o início do seu primeiro mandato, destacando o trabalho «diligente» da autarquia realizado junto dos sucessivos responsáveis do Ministério da Saúde para este desfecho.
«Agora, finalmente, vai ser uma realidade e, portanto, é mais uma fatia substancial daquilo que é o espaço verde que nós ali queremos colocar ao dispor da cidade, dos bracarenses, e não só», acrescentou Ricardo Rio.
O Eco-Parque Monumental das Sete Fontes é uma das principais promessas do executivo liderado por Ricardo Rio que, no orçamento municipal para 2025, inscreveu 300 mil euros para este projeto.