A columbofilia). José Torres, o famoso benfiquista, foi columbófilo. Entre tantos (até o meu Pai, quando era novo). Este “desporto” consiste em criarem-se pombos num pombal e mais tarde, ir largá-los a um lugar bem distante. Passadas horas (ou dias), quase todos os pombos, por instinto voam de regresso ao pombal. Isto é, por mais que se afastem, regressam sempre ao pombal. E nisto há coincidência com quase todos aqueles políticos cujas carreiras floresceram em Democracia. Por mais originais e “não conformistas” que no futuro se tornam, quase todos acabam por “regressar ao pombal”. E vou tentar explicar por quê.
Limitações à progressão da carreira de muitos políticos, nos países democráticos). Não se pense que, só nas Ditaduras e outros regimes autoritários, é que um político que quer fazer carreira, fica limitado na sua acção e nas suas propostas. O mesmo acontece, com frequência, nas Democracias; sobretudo nas mais estabelecidas, antigas e “tradicionais”. Sobretudo em países como a Grã-Bretanha e Irlanda do Norte; a França; os EUA, Canadá, Austrália e N. Zelândia; a Holanda e a Bélgica; a Alemanha, Áustria e Suíça; os países escandinavos; a Espanha, México, Argentina; o Brasil e, claro, Portugal.
Os principais factores de limitação da acção dos dirigentes democráticos). Um dos principais factores tem sido sempre, de 1789 em diante, a filiação de muitos políticos da Democracia, em poderosas sociedades secretas; cujas “linhas vermelhas” não podem, sob pena de graves consequências pessoais, ultrapassar. Democratas e amantes da sua Liberdade (e da dos outros), cometem, com frequência na juventude, o “erro” de aderirem a uma sociedade poderosa que (às vezes a troco de favores) lhes vai limitar a liberdade por toda a vida (mesmo que delas formalmente se afastem). A Política nacional fica então, na prática, controlada por essas associações desconhecidas do grande público, com chefias e objectivos perfeitamente “misteriosos” e ignorados (mas adivinháveis…). Além deste factor (o das “maçonarias”, e são várias), outras limitações há, na carreira dum político democrático; desde a corrupção; ao poder do Grande Capital e dos Media (geralmente judaicos); à chantagem sobre casos pessoais; à tentação das “portas giratórias”; às falsidades fiscais do político; aos negócios ilegais, etc.
Exemplos americanos, da grande influência destes poderes ocultos). Antes das 2 Guerras Mundiais, quer o pres. Woodrow Wilson, quer o pres. Franklin Delano Roosevelt foram eleitos com o solene programa de nunca se juntarem ao conflito (e juntaram-se). E chegou ao ponto de o facto de Roosevelt estar paraplégico ter sido ocultado do grande público… A morte do presidente anti-imigração anti-imigração Harding (1923), passa por suspeitas de envenenamento. Edgar Hoover, o poderoso chefe do FBI (por décadas), escondeu a sua provável inclinação “gay” e ascendência mulata; por isso sempre negou a existência da própria Mafia, que o chantageava por saber desses factos. A mesma Mafia que ajudou John Kennedy a ser eleito em círculos decisivos, vingou-se da infidelidade deste, no atentado de Dallas (1963); e da perseguição por parte de seu irmão Robert (1968); mas ainda hoje (e depois das óbvias evidências dos claros fotogramas da câmara de Zapruder e do filme de Oliver Stone), há pessoas que acreditam que foi um acto isolado dum “espontâneo” (Oswald)… O rapto e morte do bebé do célebre aviador Lindbergh (pró-nazista) continua por esclarecer por inteiro. Henry Ford, o grande industrial milionário, a certa altura quase foi à falência (e para tal contribuiu a sua antipatia muito activa pelo Grande Capital hebraico). Outro Ford (o presidente substituto de Nixon, Gerald) fora membro da “comissão Warren”, que encobriu o assassinato de JFK. O 1º mandato do pres. Clinton foi pacífico e normalíssimo; porém, Clinton foi salvo das mentiras que depois jurou, no “caso Monica Lewinski”, pela secrª de Estado M. Albright (tão judia como Monica, aliás); em compensação, no 2º mandato, Clinton bombardeou a Sérbia por 30 dias e esta perdeu o Kosovo. Sem esquecer a mais que suspeita morte por "overdose" de Marilyn Monroe, amante de JFK e de alguns mafiosos; e que sabia algumas coisas e falava demais. Recentemente temos o caso dos “ficheiros Epstein” e de algo importante no passado de Trump; e que ele quer esconder. Presumivelmente, está agora e para sempre, nas mãos dos chantageadores, amigos de Netanyahu.
Se Trump não se demite quanto antes e dá lugar a Vance…). A “causa” (no caso, patriótica) é sempre mais importante que as pessoas. Se não se demitir já (aproveitando os erros graves da guerra ao Irão e o rapto de Maduro), a oposição interna Republicana e a dos Democratas, irão crescendo; e arrisca-se a uma derrota a favor dos loucos “wokistas” já em Novembro próximo. E também a que J D Vance possa perder, em 2028, a eleição presidencial. Trump não tem condições para continuar. Os grandes “amigos” de Trump, hoje, são os simpatizantes de Zelenski e de Netanyahu. No fundo, os que no passado o criticaram e insultaram duramente. Mas então, sem razão…