A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho e a região francesa da Finistère estão preocupadas com o futuro dos projetos de cooperação transfronteiriços depois do Quadro Comunitário 2020.
Por isso, do encontro que decorreu desde 14 de fevereiro e que termina hoje, saiu um documento conjunto em que os representantes dos dois territórios pretendem pressionar Bruxelas e a Comissão Europeia, no sentido de pelo menos manterem as verbas de coesão, fundamentais para o desenvolvimento das regiões e a fixação de jovens.
A leitura do documento comum foi feita ontem em Viana do Castelo por José Maria Costa, presidente do CIM Alto Minho; e por Nathalie Sarrabezolles, presidente do Departamento de Finistère.
«Se de alguma forma se reduzir a dimensão das políticas de coesão, ou se houver subversão da sua lógica de atuação, perder-se-á, a solidariedade de proximidade entre os territórios da União Europeia», afirmou José Maria Costa.
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Autor: Francisco de Assis
Alto Minho e Finistère pressionam Bruxelas para manter verbas de coesão
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Publicado em 16 de fevereiro de 2018, às 11:00