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Amnistia apela às escolas para permitirem participação de alunos na greve climática

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Publicado em 25 de setembro de 2019, às 14:57

Iniciativa está marcada para esta sexta-feira.

A Amnistia Internacional apelou às escolas portuguesas para autorizarem os alunos a participarem na greve climática global de sexta-feira, iniciativa que considera “a maior aula do mundo” para a humanidade.

Neste sentido, escreveu a 3.150 escolas de todos os níveis de ensino, públicos e privados, incluindo conservatórios e escolas profissionais, de acordo com a informação hoje divulgada.

A Amnistia defende que a participação nesta greve se enquadra no exercício do direito de liberdade de expressão e reunião, “um direito fundamental que a todos assiste”.

Na carta, assinada pelo secretário-geral da organização, Kumi Naidoo, pode ler-se que o direito a um planeta habitável é “como o Artigo Zero dos direitos humanos”.

A Amnistia entende, assim, que a participação de crianças e jovens na greve às aulas e nas iniciativas associadas a esta causa não devem ser limitadas e apela a todas as comunidades educativas para se mobilizarem numa ação cívica de combate às alterações climáticas.

Três organizações sindicais entregaram pré-avisos de greve para sexta-feira, entre as quais a maior organização sindical de professores, Fenprof, e o mais recente sindicato do setor, STOP.


Autor: Lusa