«É um número que estabilizou no último ano, depois de vários anos sempre a crescer. É uma resposta importante dada pela universidade, pois são alunos que ficam de fora do sistema social nacional. No entanto temos conseguido dar resposta a grande parte dos alunos que nos têm pedido ajuda dentro destas condições», revelou, ao
DM, Bruno Alcaide, que admite, no entanto, que o número possa voltar a crescer.
Este dirigente académico informou ainda que o prazo está aberto para os alunos se candidatarem e têm recebido muitas candidaturas.
«A Universidade do Minho está a receber mais estudantes e até é a universidade, e termos relativos e proporcionais, que mais alunos bolseiros tem. Logo é normal que este número venha a aumentar», destacou, admitindo que o ideal era o fundo nem existir.
«Era sinal que não havia alunos carenciados. Mas sabemos que isso não é assim», referiu.
Autor: Nuno Cerqueira