A empreitada inclui a construção da ETAR e do emissário que vai transportar o efluente até à estação. «O investimento visa o reforço do Sistema de Tratamento de Águas Residuais do Município de Braga e, consequentemente, contribuir para a melhoria da qualidade das massas de água», refere a empresa municipal.
Para a empresa, trata-se de um investimento «prioritário», que vai permitir aumentar a resiliência do Sistema Cidade de Braga e reforçar substancialmente a capacidade de tratamento instalada.A empreitada vai permitir ainda a divisão dos caudais de descarga em duas bacias hidrográficas (Cávado e Ave), mantendo-se, no entanto, a interligação entre os sistemas, o que vai permitir «corrigir definitivamente os problemas atuais existentes».
A nova ETAR de Braga vai ter capacidade de tratamento dos efluentes de cerca de 200 mil habitantes equivalentes e, segundo a AGERE, vaie«liminar as atuais descargas indevidas, constituindo, em conjunto com a ETAR de Frossos, a garantia de capacidade de tratamento e de descarga necessárias para o cumprimento da Diretiva Águas Residuais Urbanas no respetivo sistema». «Com esta nova ETAR serão obtidos elevados benefícios ambientais e de saúde pública», sublinha a empresa.O investimento vai ser comparticipado por fundos comunitários em nove milhões de euros e ser «realizado sem qualquer repercussão no tarifário da empresa» nos próximos anos.
Autor: Redação/Lusa