«A imagem urbana, sobretudo de locais que foram alterados ou desapareceram, é objeto de grande admiração pelas pessoas. Na Internet tem gerado um debate aceso, mas aí há muitas imagens sem rigor em termos históricos, artísticos e técnicos. É também por isso que as nossas conversas geram empatia e há brasileiros que saem absolutamente maravilhados», sustenta.Às vezes há discussões animadas, uma delas saiu recentemente para o terreno, para confirmar a passagem que ligava o antigo seminário ao paço arquiepiscopal. Igualmente concorridos foram os debates sobre o primeiro mapa da cidade, de Georg Braun (1594), e sobre o multifacetado Largo do Paço, junto à Reitoria da UMinho, que nos últimos 150 anos já teve jardins, árvores, grades, a colunata fechada e o chafariz usado por aguadeiras. As sessões têm sido filmadas pelo Museu Nogueira da Silva, que é uma unidade cultural da UMinho. Antes da pausa do verão, a última sessão é sobre fotos atuais e no exterior – por exemplo, em 2016 o grupo foi ver Braga “do céu”, a partir da Torre de Santiago. E em julho haverá uma feira de postais, aberta a todos os que quiserem ver, vender e comprar.

Autor: Redação