A situação administrativa da União das Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade está por resolver e só esperando pelo resultado da Assembleia de Freguesia agendada para o próximo dia 20 se poderá ver consumado um acordo que afinal parece não estar de todo fechado.
Ontem, o presidente da União de Freguesias, Luís Pedroso, veio a público «repudiar» e desmentir o comunicado de João Seco Magalhães, líder da lista do movimento de cidadãos, que avançava como fechado um acordo que viabilizava o governo da única Junta do país que ainda não a situação resolvida.
Em conferência de imprensa, Luís Pedroso esclareceu que compete «apenas ao presidente da Junta eleito (ele mesmo) apresentar proposta de executivo» à Assembleia de Freguesia e diz repudiar que alguém como João Seco Magalhães tenha vindo, de forma inadvertida, «antecipar cenários» que apenas quis alimentar «egos de protagonismo que se sobrepõem aos superiores interesses dos fregueses e das instituições».
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: Álvaro de Magalhães
Maximinos continua com gestão "enchouriçada"
Fotografia
Publicado em 16 de fevereiro de 2018, às 10:48