A Escola de Economia e Gestão (EEG) da Universidade do Minho (UMinho) celebrou hoje o seu 39º aniversário com uma sessão online com a presença do reitor, do presidente da Câmara de Braga, entre outros convidados.
O momento foi aproveitado pela presidente para apontar alguns dos principais desafios que se colocam à Escola tendo em conta o contexto pandémico e o seu impacto no desenrolar das atividades de toda a academia.
Um dos desafios, assinalou Cláudia Simões, passa pela participação da EEG num consórcio com duas outras universidades (de Aveiro e o ISCTE) na área da Administração Pública com o objetivo de «potenciar a formação e modernização das organizações e quadros de Estado e públicas» e o «desenvolvimento de investigação» na área.
«Espera-se que a UMinho esteja na linha da frente deste processo atraindo recursos, antecipando uma delineação estratégica do seu desenvolvimento e operacionalizando a sua concretização», disse.
Paralelamente, indicou, a EEG participará «ativamente» no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) através da integração de parte da oferta formativa da Escola para o meio empresarial e organizacional.
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Autor: Jorge Oliveira
Escola de Economia e Gestão quer estar na linha da frente da formação de quadros
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Publicado em 10 de março de 2021, às 20:04