Esta empresa municipal refere que «todos os colaboradores estão obrigados a cumprir o Plano de Contingência existente, que implica o uso de máscaras dentro das instalações da empresa e o respeito pelo distanciamento social recomendado e que todos os postos de trabalho cumprem as regas de distanciamento recomendadas».«A BragaHabit tem utilizado, sempre que possível, as faculdades do teletrabalho, tendo inclusivamente uma colaboradora em regime de teletrabalho permanente desde Março de 2020. Aos restantes colaboradores foi dada a possibilidade de fazerem trabalho a partir de casa, tendo a Bragahbit providenciado à maioria a possibilidade técnica de o poderem fazer, ligando-se ao Sistema Integrado de Gestão, ao qual tem que ser garantida a segurança de acesso. Tem existido rotatividade de trabalho entre os colaboradores de forma a que em cada departamento fique, pelo menos, um colaborar em trabalho na empresa. Alguns dos colaboradores manifestam preferência por trabalhar nas instalações empresa, à qual reconhecem todas as capacidades de segurança sanitária», apontam, referindo ainda que «a BragaHabit tem também em curso a reabilitação dos bairros sociais, o que obriga as equipas de gestão e fiscalização de obra a fazerem grande parte do seu trabalho presencialmente».
«Nenhum dos serviços de apoio dados à educação são passíveis de teletrabalho»O comunicado aponta «postura de irresponsabilidade» do vereador do PS. «A opção por proferir declarações que não correspondem à verdade sobre a BragaHabit sem antes procurar, junto do seu administrador, Vítor Esperança, os devidos esclarecimentos, revela uma postura de irresponsabilidade», vaticina o comunicado.
Autor: Redação / NC