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ACB defende lay-off simplificado, apoio a fundo perdido e redução de impostos e rendas para o setor

ACB defende lay-off simplificado, apoio a fundo perdido e redução de impostos e rendas para o setor
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Publicado em 05 de novembro de 2020, às 17:37

Rui Marques considera fundamental aliviar a tesouraria das empresas.

A Associação Comercial de Braga defende que o Governo deve sair em defesa do setor aliviando a tesouraria das empresas, não só através de um regresso ao "lay-off" simplificado, mas também da criação de linhas de apoio a fundo perdido e de uma diminuição dos impostos e rendas que as empresas têm de pagar. Para o diretor-geral da ACB, o alargamento do prazo até dezembro de 2022 para o pagamento de rendas em atraso «de pouco ajuda», devendo existir «um modelo mais agressivo para que as empresas que têm uma baixa significativa de faturação possam ter uma redução do valor da renda de 40 por cento», sendo que «uma parte desta descida deve ser comparticipada pelo Estado com benefício a passar ao proprietário». No que respeita os impostos, Rui Marques defende que devem ser encontrados «mecanismos de facilitação de pagamento». Para o responsável, o desejável seria que «baixasse a carga fiscal sobre as empresas neste período mais crítico». Por outro lado, Rui Marques defende a injeção de liquidez na economia. «Aí sim, parece-nos muito a propósito que esta questão não se resolva apenas com a introdução de mais créditos nas empresas mesmo que seja em condições vantajosas», mas sim «que este crédito possa ser revertido num fundo perdido contra o cumprimento de determinados pressupostos, nomeadamente a manutenção dos postos de trabalho». «Esta crise não se vai resolver só com mais dívida», alertou.
Autor: Rita Cunha