O The Lince Braga Hotel recebeu um encontro promovido pelo Banco Invest e pela Allianz Global Investors, dedicado às transformações que estão a marcar os mercados financeiros e ao impacto que a inteligência artificial e a robótica terão na economia e nas oportunidades de investimento.
Um dos momentos mais marcantes foi a presença de um robôt humanoide que interagiu com os convidados e demonstrou a sua capacidade de comunicação, agilidade e capacidade de movimentos, bem como os seus conhecimentos sobre a cidade de Braga. Uma experiência que permitiu ilustrar, de forma concreta, a evolução da robótica e a crescente aproximação destas tecnologias ao quotidiano.
Dra. Marília Cabral destaca a especialização do Banco Invest
A presença da Dra. Marília Cabral, administradora do Banco Invest, marcou particularmente o encontro. A responsável nacional destacou o crescimento sustentado do Centro de Investimento de Braga e a confiança conquistada junto dos clientes.
«Estamos em Braga para comemorar o sucesso do nosso centro de investimentos de Braga e a confiança dos nossos clientes. Porque temos aqui uma boa base de clientes já muito fidelizada. O nosso centro de investimentos é um centro muito especializado. Marília Cabral explicou ainda a diferença entre o Banco Invest e os bancos tradicionais.
«Nós não somos um banco como os outros. Não somos um banco do dia a dia. Somos um banco especializado e é nisso que nos focamos também em Braga. Portanto, se os clientes quiserem investir em produtos de poupança ou de investimento, como os PPRs, como os fundos de investimento, ações e todos esses produtos de gestão de poupanças e de investimentos, nós somos especializados e temos uma equipa bem treinada no centro de investimentos de Braga», garantiu, acrescentando: «Braga é um mercado fantástico, além de ser uma cidade linda», elogiou.
A Administradora abordou também o impacto da inteligência artificial e da robótica no futuro, considerando que estamos perante uma nova revolução tecnológica.
«A inteligência artificial vai, em breve, se tornar inteligência artificial física, através dos robôs. E os robôs com acesso a sensores, à visão, até com acesso a técnicas de neurociências, vão se transformar numa ajuda física para o homem. Portanto, é uma nova fase que vai ocorrer, é uma revolução tecnológica», antevê.
A responsável mostrou-se convicta de que esta evolução será sobretudo uma ferramenta de apoio ao trabalho humano, partilhando a sua própria experiência com estas tecnologias.
«Eu acho que vai ser uma ajuda. Nós já temos projetos no banco a trabalhar com inteligência artificial, e aquilo que eu sinto é que tenho um agente que funciona como uma assistente pessoal a trabalhar comigo. O meu agente ajuda-me em tudo, de uma maneira incrível, torna o meu dia muito mais produtivo», afirmou.
Ana Lobato, responsável pelo Centro de Investimento do Banco Invest em Braga, destacou a consolidação da presença da instituição na cidade e a relação de confiança construída ao longo de mais de uma déca- da.
«O Centro de Investimento do Banco Invest está em Braga há mais de 10 anos e, ao longo deste percurso, tem vindo a afirmar uma posição muito sólida na cidade. Temos crescido de forma consistente, sempre com a preocupação de prestar um serviço de excelência e de proximidade aos nossos clientes». Congratulou-se, admitindo que os resultados muito positivos abrem portas à contínua expansão da atividade do Banco na região.
Ana Lobato fez ainda questão de lembrar o modelo singular de funcionamento do Banco Invest, cujo foco primordial assenta num acompanhamento personalizado ao cliente e numa vasta panóplia de soluções estruturadas de poupança e investimento.
Francisco Amorim, responsável da Allianz Global Investors para a Ibéria, analisou o ecossistema da inteligência artificial e sublinhou que estamos apenas no início desta transformação, com a maior parte do seu potencial ainda por desvendar. Falou também das varias áreas de atividade económica onde a IA vai ter impacto significativo desde a saúde à agricultura, indústria e defesa.
O orador sublinhou que a transformação trará impactos assimétricos para o tecido empresarial, dividindo os diferentes setores entre novos desafios e oportunidades de crescimento. Nesse cenário, revela-se a importância da gestão activa de fundos de investimento na capacidade de antecipar quem sairá vencedor, sendo crucial para o sucesso dos investidores.
Por sua vez, Paulo Monteiro, Administrador da Invest Gestão de Activos, abordou as perspetivas para os mercados financeiros e as oportunidades nas diferentes classes de ativos. Num contexto marcado pela incerteza geopolítica, pelos conflitos e pelos desafios energéticos, destacou as expectativas de continuidade do crescimento económico em 2027, embora a um ritmo mais moderado.
Relativamente aos mercados acionistas, as perspetivas mantêm-se positivas, ainda que sem antecipar as valorizações dos últimos anos, reforçando a importância da diversificação e de uma adequada gestão do risco.

