Pode dizer-se que a sociedade civil do distrito de Braga e muitos responsáveis da SIC e do Expresso juntaram-se esta tarde no MUZEU, em Braga, para verem nascer o movimento “Deixar o Mundo Melhor”, uma iniciativa da SIC e do Grupo DST, inspirada no legado de Francisco Pinto Balsemão, precisamente um ano após a sua morte. José Teixeira, CEO do dstgrupo; e Francisco Pedro Balsemão, chairman e CEO da Impresa, foram os porta-vozes de um projeto que, além de homenagear Pinto Balsemão, visa dar visibilidade e palco a projetos, ideias e pessoas que procuram deixar o mundo melhor do que aquele que encontraram.
Na apresentação do movimento estiveram, entre outras presidentes ou representantes das Câmaras de Braga, Vieira do Minho, Vila Verde, Famalicão, entre outras; o Arcebispo de Braga, D. José Cordeiro; os reitores da UMinho e da UPCA; familiares do Pinto Balsemão e jornalistas da SIC E do Expresso; e a multicampeã Rosa Mota.
O cardeal D. José Tolentino Mendonça, um dos júris do prémio, não esteve presente no MUZEU, mas enviou uma mensagem vídeo, para manifestar a sua «honra e alegria» por integrar a «rede» que vai «perpetuar a visão de um português do nosso tempo».
A cerimónia teve música, de Rita Redshoes, razão, com os porquês da criação deste movimento e do prémio; mas também emoção, sobretudo dos familiares diretos e dos jornalistas da SIC. Afinal, completou-se ontem o primeiro aniversário da morte de Balsemão.
Na sua intervenção, o filho, Francisco Pedro Balsemão, considerou que, das várias homenagens que o pai tem sido alvo esta, que procura preservar o seu legado e poder deixar o mundo melhor, seria, sem dúvida, aquela que mais agradaria a Pinto Balsemão.
O chairman do grupo Impresa frisou a robustez e transversalidade do movimento, pelo que tem tudo para dar certo. E citou o ensinamento do pai. «Se é para fazer algo, é bom que seja como deve ser. Caso contrário, não vale a pena».
Francisco Pedro Balsemão justificou a escolha do dstgroup como parceiro, com o facto de ser uma construtora que se distingue também pelos projetos que procuram deixar o mundo melhor. «Não poderíamos estar em melhor companhia», elogiou.
dstgroup identifica-se com o movimento
Quanto a José Teixeira, fez saber que quando Mónica Balsemão o contactou para fazer parte do projeto, disse logo que sim. Afinal, na dst, é bem-vindo todo o projeto que vier por bem. «Vinha por bem, para nos convidarem para um projeto para fazer o bem. Nós que trabalhamos entre as virtudes clássicas do bem, do belo e da verdade, ficamos honrados enquanto empresa, enquanto família e enquanto representantes dos nossos trabalhadores». O projeto vai atribuir um prémio anual de 70 mil euros para distinguir pessoas, ideias e projetos que contribuam para melhorar a sociedade.