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Braga e Viana participaram no Conselho Nacional da Ação Católica Rural

Braga e Viana participaram no Conselho Nacional  da Ação Católica Rural
Fotografia DR

Francisco de Assis

Jornalista

Publicado em 29 de setembro de 2026, às 18:07

No evento, que decorreu em Gondomar, o Bispo do Porto pediu aos participantes que tenham «um protagonismo maduro»

A Arquidiocese de Braga e a Diocese de Viana do Castelo participaram no Conselho Nacional da Ação Católica Rural (ACR), que teve lugar em Sobrado, Valongo, Diocese do Porto,  sob o slogan “Caminhar juntos na esperança para um mundo justo e fraterno”. Na Missa de Encerramento, o bispo do Porto pediu aos representantes da Ação Católica que tenham um protagonismo maduro.

D. Manuel Linda justificou o apelo pelo facto de a ACR ser um conjunto de leigos ativos, de uma dimensão humanística profunda, que se aceitam no Evangelho, e na palavra de Jesus Cristo procuram transformar o mundo.

Além de Braga e Viana do Castelo, o Conselho Nacional da Ação Católica Rural contou com a participação das Dioceses de Aveiro, Coimbra, Funchal, Guarda, Lamego, Porto, Santarém e Vila Real e Viseu, bem como elementos da Equipa Nacional.

Segundo um comunicado da organização enviado à Ecclesia, os trabalhos tiveram início com a avaliação das Linhas de Força, sob o slogan “Caminhar juntos na esperança para um mundo justo e fraterno”, com base nos projetos de trabalho das dioceses. «Avalia-se que, no meio das dificuldades, foi possível mostrar atividades boas e realidades positivas, salientando-se ainda o enfoque na Revisão de Vida e acolhimento de novos militantes; todas as dimensões das linhas temáticas foram referidas, com ações concretas», lê-se.

O encontro serviu também para a apresentação do caderno de trabalho para 2026, intitulado, “Sujar as mãos no canteiro de obras do nosso tempo”, adaptado da encíclica do Papa Leão XIV ‘Magnifica Humanitas’ (a magnífica humanidade).

À tarde, o padre Ricardo Mendes, dos Salesianos, convidou os particioantes a visitar este documento, explorando diferentes partes do texto, lembrando que não se não se trata de uma reflexão sobre Inteligência Artificial, mas sim sobre ‘A pessoa humana na era da inteligência artificial’.

A Direção Nacional reafirma a sua posição na sociedade. «A ACR reassume plenamente o seu papel de leigos conscientes e ativos, que quer continuar a caminhar na esperança, e ao serviço de um mundo mais justo e fraterno.