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Melhoria do acesso ao Hospital de Braga faz-se com parques periféricos e autocarros

Melhoria do acesso ao Hospital de Braga faz-se com parques periféricos e autocarros
Fotografia Francisco de Assis

Francisco de Assis

Jornalista

Publicado em 28 de setembro de 2026, às 20:28

Debate promovido pela Comissão de Trabalhadores da ULS Braga reconheceu a gravidade e apresentou alternativas

A Comissão de Trabalhadores da ULS de Braga promoveu ontem um debate dedicado ao tema da mobilidade dos trabalhadores e utentes daquela unidade hospitalar central, a pensar na »via-sacra» diária, duas vezes por dia. Todos concordaram que se trata de um problema bicudo, mas que uma das soluções pelo menos para minorar o problema passa pela criação de quatro parques de estacionamento na periferia da cidade e o transbordo feito através de transportes públicos.

Na prática, é a solução utilizada durante os grandes eventos em Braga, com os Transportes Urbanos de Braga a garantir o transporte de passageiros para o centro da cidade.

Porém, no caso do acesso ao hospital de Braga, o transporte não se limitaria aos TUB, mas a outras transportadoras.

Por outro lado, os autocarros ou mini-autocarros não teriam corredores exclusivos, mas apenas prioritários.

O debate vivo e com soluções concretas foi protagonizado por Camilo Ferreira, coordenador da Comissão de Trabalhadores do Hospital de Braga; Américo Afonso, presidente do Conselho de Administração da ULS Braga; Manuel Tibo, presidente da Comissão Distrital da Proteção Civil de Braga; Tiago Ferreira, coordenador da Estrutura de Mobilidade e Transporte da CIM Cávado; Tiago Silva, em representação da Câmara Municipal de Braga; e António Lima, advogado e antigo deputado na Assembleia Municipal de Braga. A moderação esteve a cargo da Catherine Pereira.

Américo Afonso, presidente do Conselho de Administração da ULS Braga mostrou-se disponível para descentralizar serviços em outros hospitais ou centros de saúde, evitando que os doentes se desloquem a Braga.