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AEMinho reuniu com CCDR-N para abordar prioridades na região

AEMinho reuniu com CCDR-N para abordar prioridades na região
Fotografia DR

Redação

Publicado em 21 de setembro de 2026, às 17:53

A Área Metropolitana do Minho, a PLISAN e o Norte 2040 estiveram em cima da mesa

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) reuniu, esta sexta-feira,  com o presidente da CCDR Norte, Álvaro Santos. Este primeiro encontro serviu para apresentar  a sua missão e abordar duas prioridades para o desenvolvimento da região: a organização administrativa do Minho e a ligação à Plataforma Logística e Industrial de Salvaterra–As Neves (PLISAN), na Galiza.

A AEMinho recordou que a ideia de uma Área Metropolitana do Minho esteve presente desde a fundação e reafirmou a sua disponibilidade para participar ativamente no debate sobre a reorganização administrativa, sem fazer depender a sua posição da adoção de um modelo específico.

Para a AEMinho, o princípio essencial é que qualquer organização regional reconheça o Minho — abrangendo os distritos de Braga e de Viana do Castelo — como uma região única e coesa.

A AEMinho retomou também a posição que tornou pública sobre a PLISAN, reforçando que o Minho não pode ficar à margem da ligação portuguesa à plataforma galega.

«Para que as oportunidades de investimento, emprego e exportação beneficiem as empresas dos dois lados da fronteira, é necessária uma estratégia coordenada para as acessibilidades rodoviárias e ferroviárias, a oferta de solo industrial, as plataformas logísticas e a captação de investimento», reforçou a AEMinho.

As duas entidades reforçaram o  estreitar os laços de colaboração, sobretudo na preparação do próximo quadro comunitário de apoio e na reflexão estratégica para o Norte 2040.

«Não estamos presos a uma fórmula administrativa. O essencial é que o Minho seja pensado como uma região coesa, com uma estratégia comum para a mobilidade, o investimento e a ligação à Galiza. Encontrámos na CCDR Norte abertura para aprofundar este diálogo e transformar prioridades partilhadas em trabalho concreto», afirma Ramiro Brito, presidente da AEMinho.