O MUZEU - Pensamento e Arte Contemporânea apresenta um programa diversificado este mês, reunindo artes performativas, concertos de jazz, videoinstalações, conferências e oficinas de filosofia.
A programação insere-se no encerramento do ciclo “Abrir Abril”, integrado na exposição “Sejamos realistas, Exijamos o impossível”.
A agenda teve início ontem, 12 de setembro, com a apresentação do catálogo da exposição inaugural e uma performance de som e movimento conduzida por Ana Gesto.
A programação prossegue na terça-feira, dia 17, com novos projetos em parceria com a Manif d’art – Bienal de Arte do Quebec. A partir das 18h00, o Laboratório do MUZEU acolhe a obra “Handle with Care” (2026), do libanês Elias Nafaa, patente até 18 de outubro de 2026.
Em simultâneo, o projeto de Giorgia Volpe, “Auscultar o teto” (2023-2025), estará em exibição no auditório da ZET, galeria de arte na Rua do Raio.
Após a abertura das exposições, a Assembleia do MUZEU acolhe a apresentação da bienal pelas equipas de direção e curadoria.
A reflexão ganha destaque dia 19, às 11h00, com a Oficina de Filosofia para Crianças sob o tema “Liberdade para discordar”, promovida pela Filocriatividade e orientada por Joana Rita Sousa.
Na música, o centenário de John Coltrane inspira um ciclo de jazz. No dia 23, às 21h00, a Assembleia do MUZEU recebe a Orquestra do Hot Clube Português com Anna Webber e Ingrid Laubrock, para a estreia de cinco peças encomendadas a compositores contemporâneos, num projeto apoiado pela DGartes que seguirá em digressão.
No dia seguinte, dia 24, o Clube da Escuta apresenta a proposta “Batsaykhan”, projeto musical do bracarense Nuno Oliveira em trio com André Azevedo e Tito Silva.
A programação encerra a 26 de setembro, às 17h00, com a conferência “A Constituição, a Economia e o Trabalho”, do ciclo dos 50 anos da Constituição da República Portuguesa, promovido pela EPHÉMERE – Biblioteca, com moderação de José Pacheco Pereira e participação de Susana Peralta e Carvalho da Silva.