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Câmara de Braga reforça capacidade da Polícia Municipal com novo reboque

Câmara de Braga reforça capacidade da Polícia Municipal com novo reboque
Fotografia DR

Publicado em 24 de agosto de 2026, às 15:20

O investimento da autarquia num novo reboque visa assegurar maior eficácia na fiscalização e melhorar a mobilidade urbana, combatendo o estacionamento indevido na cidade.

A Polícia Municipal de Braga reforçou a sua capacidade operacional na via pública com a entrada em funcionamento de um novo reboque destinado à remoção de veículos em situação de infração. 

Este investimento estratégico surge para dar uma resposta mais rápida e eficaz ao estacionamento irregular ou abusivo que afeta a mobilidade e a segurança na cidade, numa altura em que os dados revelam a remoção de 358 viaturas em incumprimento apenas entre os meses de maio e julho deste ano.

Com este equipamento, a força policial amplia a capacidade de atuação no terreno perante viaturas que ocupem passeios, bloqueiem o trânsito ou condicionem zonas reservadas e o acesso a equipamentos públicos. 

O presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, enquadra a aquisição numa opção clara por um espaço urbano mais organizado, referindo que «queremos uma Braga dinâmica e aberta, mas também uma cidade organizada, onde o espaço público possa ser verdadeiramente utilizado por todos» e sublinhando que «não podemos aceitar que a comodidade ou o interesse individual prejudiquem a mobilidade, a segurança e os direitos dos restantes cidadãos».

Por sua vez, o vice-presidente da Câmara Municipal e responsável pelo pelouro da Fiscalização, Altino Bessa, destaca que a eficácia da ação pública depende da existência de meios adequados às exigências do território e aponta que a medida vai além do aspeto punitivo. 

O responsável autárquico sustenta que «este novo reboque vem reforçar de forma significativa a nossa capacidade de intervenção, permitindo uma resposta mais célere e eficaz às situações que comprometem a mobilidade e a segurança na via pública», acrescentando que «não se trata apenas de remover viaturas» mas sim de «garantir que o interesse coletivo prevalece sempre que o uso particular compromete os direitos dos restantes cidadãos».