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Mosteiro de Tibães comemora 40 anos de aquisição por parte do Estado português

Mosteiro de Tibães comemora 40 anos de aquisição por parte do Estado português
Fotografia DR

Redação

Publicado em 17 de agosto de 2026, às 18:03

As comemorações arrancam hoje e prolongam-se até ao dia 28 de setembro de 2027

O Mosteiro de Tibães comemora, este ano, 40 anos da sua aquisição a privados por parte do Estado Português. As comemorações arrancam já no próximo dia 18 de agosto de 2026 e prolongam-se até ao dia 28 de setembro de 2027.

O programa para este primeiro dia das comemorações, decorrerá durante todo o dia e incluirá visitas livres gratuitas, entre as 10h00 e as 18h00 e  visitas guiadas gratuitas às 11h00 e às 15h00, mediante inscrição prévia ([email protected] | 253 717 900 | 253 087 929).

Às 21h00 terá lugar a abertura da exposição fotográfica de Miguel Louro: «40 anos de memórias. Mosteiro de Tibães 1987» e a inauguração da instalação Projeto Dullmea – Il y avait un jardin, de Sofia Fernandes;

Está igualmente marcada para esta hora a apresentação do projeto documental «Mosteiro de Tibães, o Eterno Devir», elaborado no âmbito do PRR-Redes Culturais e Transição Digital, pelos realizadores, António Morais e Vanessa Ribeiro Rodrigues.

No dia 18 de agosto de 1986 o Estado Português adquiriu a parte privada do Mosteiro de São Martinho de Tibães, marcando o início de uma nova etapa da história deste importante monumento.

No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), encontra-se em curso uma importante intervenção de conservação e reabilitação, que representa mais uma etapa no processo continuado de valorização deste conjunto monástico.

A intervenção contempla a reabilitação das coberturas, contribuindo para a salvaguarda e proteção do edificado, bem como trabalhos de conservação e valorização na Igreja e no Escadório, elementos de particular relevância arquitetónica, histórica e artística.

As intervenções representam um investimento superior a 3,1 milhões de euros financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Esta operação constitui um investimento significativo na preservação do património, reforçando as condições de conservação, segurança e fruição do Mosteiro, dando continuidade ao compromisso de garantir a sua transmissão às gerações futuras.