O Museu Pio XII, em Braga, acolhe, desde hoje uma exposição de Ana Marlene Lima, denominada “Insurreição Cromática”. Uma mostra que, para além de ser um uma espécie de grito contra a «indiferença espiritual e social», visa, igualmente, ajudar a dar cor a tempos sombrios.
Na inauguração além da artista, Ana Marlene Lima; e do o cónego José Paulo Abreu, diretor do Museu Pio XII, estiveram familiares, amigos mas também responsáveis de instituições bracarenses, com destaque para Bernardo Reis, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga.
Nas palavras de boas-vindas, o anfitrião mostrou-se agradecido pelo facto de a artista ter escolhido «dar cor» e beleza, às paredes do Museu. Até porque, frisou, é bom ter coisas bonitas para mostrar todos os dias. Mas para isso tem que ter arte para oferecer e artistas para projetar.
Sobre a exposição em si, o cónego José Paulo Abreu classificou os quadros «belíssimos», com grande harmonia, muita vivacidade, com muita cor muita esperança. «Acho que precisamos disto. Precisamos de quem nos põe a cor na vida, quem nos põe a esperança no coração e quem nos põe os olhos com muito mais brilho».
Também falou dos dramas que assolam o mundo, como as guerras, os migrantes, entre outros. Por isso, agradeceu a Marlene Lima «este belíssimo contributo» para algo de positivo, que dar cor e alegria às pessoas e ao Museu Pio XII.
A exposição pode ser vista até 7 de setembro