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“Dume Capital Sueva” afirma-se como evento lúdico-pedagógico que dá voz e ajuda associações locais

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Fotografia Francisco de Assis

Francisco de Assis

Jornalista

Publicado em 30 de maio de 2026, às 19:26

As atividades começaram hoje e prolongam-se até amanhã à noite, com música, dança, jogos de tabuleiro e uma variedade de comes e bebes

Pouco depois das 10h00 da manhã de hoje, a Fanfarra do Agrupamento XII do CNE insurgiu-se terreiro dentro do Adro da Igreja Paroquial de Dume para anunciar a IV edição do Dume Capital Sueva. Um evento, em franco crescimento, que privilegia a vertente ludico-pedagógica, para além de ser um grande suporte para ajudar as associações locais a angariar verbas para as suas atividades.

Este ano, o espaço está maior, há mais associações e mais atividades de cariz histórica, como a conferência do bracarólogo Rui Ferreira, “São Martinho de Dume e o Monaquismo no Noroeste Peninsula”, que decorreu às 16h00.

Depois da atuação da Fanfarra dos escuteiros de Dume, o Monge Pascácio declarou aberto o Dume Capital Sueva 2026. Momento acompanhado pelo presidente da Junta, Adolfo Reis. A partir daí, crianças e adultos tomaram conta do espaço, sobretudo no Jardim da Casa da Cultura, onde estão instalados os jogos tradicionais e brinquedos antigos, que também fazem as delícias das crianças.

O adro da igreja e também o jardim da Casa da Cultura estão ocupados  com barraquinhas de grupos e associações de Dume que colocaram a imaginação a funcionar para ter tudo o que pode chamar “clientes”: comida,  bebida, artesanato, jogos, entre outras. atrações.

Hoje ainda há teatro, dança e outras diversões, além dos petiscos e bebidas