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Pais protestam contra avarias no ar condicionado da Escola de S. Lázaro

Pais protestam contra avarias no ar condicionado da Escola de S. Lázaro
Fotografia DR

Redação/Lusa

Publicado em 29 de maio de 2026, às 14:41

Pais de alunos da Escola de S. Lázaro protestaram contra avarias no ar condicionado que persistem há oito anos.

Os pais dos alunos da Escola Básica de S. Lázaro, em Braga, manifestaram-se esta sexta-feira contra as sucessivas avarias do sistema de ar condicionado do estabelecimento de ensino, uma situação que, segundo denunciam, se arrasta desde a conclusão das obras de requalificação, em 2018.

Os encarregados de educação queixam-se de que, no inverno, as salas ficam demasiado frias e, no verão, o calor se torna difícil de suportar. Ana Alves, mãe de uma aluna, afirmou que há estudantes que chegam a levar mantas para as aulas durante os meses mais frios e que, este ano, foi autorizada de forma excecional a utilização de ventoinhas durante as provas ModA.

A mesma encarregada de educação referiu ainda que, quando funciona, o sistema «faz muito barulho» e que existem salas onde é necessário manter baldes para recolher a água que escorre dos equipamentos. Segundo os pais, as intervenções realizadas ao longo dos últimos anos têm sido apenas soluções temporárias, sem resolver definitivamente o problema.

A situação foi também levantada na reunião do executivo municipal pelo vereador da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, que criticou a demora na resolução do caso e acusou o Município de falta de acompanhamento. O eleito considerou que «foi atingido o limite do tempo de espera» e defendeu que o problema tem de ser resolvido de imediato.

À margem da reunião, o presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, reconheceu a preocupação em torno da situação, mas garantiu que o Município está a trabalhar para solucionar a avaria. O autarca explicou que o sistema já foi reparado em ocasiões anteriores e adiantou que uma peça danificada durante a trovoada da semana passada só deverá estar disponível na próxima semana.

Questionado sobre se a substituição da peça permitirá resolver definitivamente as falhas recorrentes do equipamento, João Rodrigues respondeu que «presume que sim».