Uma unidade móvel está, desde ontem a percorrer 16 localidades do país com serviços de avaliação de saúde e aconselhamento farmacêutico, contribuindo para detetar de forma precoce fatores de risco da população e melhorar a literacia em saúde. A iniciativa, que vai percorrer o país durante dois meses, estará em Braga nos próximos dias 11 e 12 de maio.
A unidade móvel saiu ontem para a estrada, tendo começado em Chaves, onde estará até hoje, dando continuidade a um projeto do género iniciado em Espanha, nomeadamente em Madrid e na Catalunha.
Assim, este mês, o projeto da Sandoz vai passar pelas localidades de Maia (07 e 08), Braga (11 e 12), Aveiro (14 e 15), Santo Tirso (18 e 19), Viseu (21 e 22) e Leiria (25 e 26).
Em junho, a unidade móvel de saúde vai passar pelo Porto (01 e 02), Viana do Castelo (08 e 09), Lisboa (11 e 12), Lagos (15 e 16), Almancil (18 e 19), Covilhã (22 e 23), Algés – no concelho de Oeiras – (25 e 26) e termina em Matosinhos, onde estará nos dias 30 de junho e 01 de julho.
Entre os serviços disponibilizados estão a avaliação do risco cardiovascular, saúde metabólica, respiratória, venosa, digestiva, óssea e da pele, bem como rastreios específicos e testes rápidos.
A experiência do utente inclui “um percurso estruturado”, desde a triagem inicial até à revisão de resultados, com aconselhamento personalizado e eventual encaminhamento médico, explica a organização, em comunicado.
O projeto pretende responder a desafios crescentes no sistema de saúde, como o aumento das doenças crónicas, a baixa literacia em saúde, a falta de adesão à terapêutica e as desigualdades no acesso a cuidados.
Paralelamente, o projeto “Sandoz em Marcha” aposta na capacitação dos profissionais de farmácia, através de um programa educacional acreditado, que combina formação teórica com aplicação prática no terreno.
Além de reforçar competências dos profissionais de saúde envolvidos, a iniciativa visa gerar evidência real sobre as necessidades das populações. A ação é desenvolvida em parceria com grupos de farmácias e conta com o envolvimento de parceiros locais, incluindo autarquias, associações de doentes, meios de comunicação social e entidades como a Plataforma Saúde em Diálogo, potenciando o seu impacto nas comunidades.