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Escola D. Maria II ganha Centro Tecnológico superior a um milhão de euros

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Fotografia Francisco de Assis

Francisco de Assis

Jornalista

Publicado em 09 de fevereiro de 2026, às 19:36

Ministro da Educação apadrinhou a inauguração e classificou o Ensino Profissional como «absolutamente essencial»

O Agrupamento de Escolas D. Maria II, em Braga, viveu esta tarde um dia de festa com a inauguração do Centro Tecnológico Especializado (CTE), num investimento superior a um milhão de euros. No entanto, no momento especial, com honras do ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, o que mais se valorizou foi o que representa estes centros, espaços que vão estimular a criatividade e revolucionar o ensino profissional.

O CTE do D. Maria foi o quarto a ser inaugurado hoje no concelho de Braga e, além do governante, a sessão contou com a presença, entre outros, da vereadora da Educação da Câmara de Braga, vários diretores de agrupamentos de escolas de Braga, Universidade do Minho e IPCA, bem como parceiros empresariais, futuros empregadores.

Na sua intervenção, Ângela Meireles, diretora do Agrupamento de Escolas D. Maria II, confessou a felicidade do momento e lembrou a dimensão do projeto que representou um investimento de 1 milhão e 40 mil euros do PRR. «Acima de tudo, simboliza um passo importante rumo ao futuro da educação, da inovação e das oportunidades de empreendedorismo e proatividade dos nossos alunos. Uma resposta integrada e estruturada que visa a capacitação para um mercado de trabalho cada vez mais exigente e competitivo», disse, recordando que vivemos uma era em que a tecnologia está presente em praticamente todas as áreas da sociedade e que é fundamental preparar os alunos para o mundo digital.

Por seu turno, o ministro da Educação frisou que o ensino profissional é «absolutamente essencial». Fernando Alexandre fez saber que o ensino e a sociedade em geral precisam destes «caminhos alternativos». Tanto mais porque o ensino profissional não impede que o aluno prossiga com a formação superior. Aliás, lembrou que a remuneração pode chegar a 70 por cento superior aos formandos do ensino científico e humanista. O governante elogiou o esforço da Escola, que teve que executar o maior projeto de sempre, em termos  investimento, mas também os alunos e dos professores, que vão ter que aprender a trabalhar com as novas ferramentas.