“LAZARUS”, nova denominação do Centro Social da Paróquia de São Lázaro, em Braga, mostra-se aberta e preparada para dialogar com o mundo, a novas parcerias e a navegar em mares até agora desconhecidos. A nova marca e imagem identitária foram apresentadas na passada sexta-feira, durante o Jantar de Reis, que decorreu na Colunata do Bom Jesus.
O padre Rúben Cruz, presidente da direção do “LAZARUS” explicou a mudança, mas sobretudo a determinação da instituição, precisamente para enfrentar os tempos que são de incerteza. «LAZARUS não é apenas um novo nome ou um novo logotipo. É um ponto de partida. É uma plataforma de relação. É um sinal claro de que estamos preparados para dialogar com o mundo, para atrair novas parcerias, para acolher outras marcas, para navegar mares que ainda não conhecemos, mas que já começámos a mapear», disse, com confiança».
Para além do pároco do padre Rúben, a apresentação contou com a colaboração de Luís Sá, Diretor Geral da instituição. «Vivemos um momento de decisões estratégicas para a sustentabilidade futura da nossa instituição. Um momento em que reforçar quem somos e o que representamos deixou de ser apenas uma necessidade operacional para se tornar uma prioridade estratégica. Hoje, mais do que nunca, afirmamos com convicção: a nossa identidade é a base da nossa missão».
Segundo, dando continuidade a um percurso de 43 anos, a LAZARUS reafirma a determinação em «evoluir e consolidar uma identidade reconhecível, coerente e plenamente alinhada com os valores que defende no setor da Economia Social. Recordam que LAZARUS é herdeira de uma história longa e respeitável, que nasce da Paróquia de S. Lázaro, «profundamente enraizada na fé, na caridade e no serviço. «A Paróquia tem o centro de social, e não o contrário. Essa ligação permanece viva e visível. «As torres da igreja — que inspiram a identidade visual da nova marca, lembram-nos de onde vimos e quem nos sustenta. Estola, e serviço. Século XII, Gafaria de Lázaro. Pretendemos construir uma identidade que fale por nós, que reflita o nosso compromisso e que permita a cada pessoa, utente, família, parceiro ou filantropo, compreender, de forma inequívoca, aquilo que nos inspira e nos move».