No próximo dia 21 de maio, no âmbito das Semanas da Economia de Braga 2025, o dstgroup, um dos mais influentes e inovadores grupos empresariais portugueses, volta a marcar a agenda internacional ao liderar a reflexão sobre o futuro da construção com o evento “Habitar o Futuro: Industrialização da Construção”. A iniciativa será promovida pela sua nova empresa, zethaus, dedicada à construção industrial.
Segundo a InvestBraga, que organiza as Semanas da Economia, «mais do que um evento, este será um ponto de viragem, pois o dstgroup assume-se como impulsionador de uma nova gramática da construção, ancorada na industrialização como resposta aos desafios globais da habitação, sustentabilidade e produtividade.»
A partir de Braga, o grupo propõe uma mudança de paradigma: construir mais rápido, com maior qualidade, menor desperdício e integrando as exigências sociais e ambientais do século XXI.
«Braga é, para nós, o epicentro de uma revolução silenciosa, mas transformadora. O dstgroup quer liderar o futuro da construção com soluções industrializadas que tragam escala, eficiência e respeito pelo ambiente. O futuro do habitat exige inovação radical e estamos preparados para o concretizar», afirma José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup.
O evento realiza-se no pequeno auditório do Fórum Braga, com entrada gratuita (sujeita a inscrição), sendo uma oportunidade única para ouvir especialistas, líderes empresariais e académicos sobre o potencial transformador da industrialização no setor da construção.
As Semanas da Economia de Braga 2025, organizadas pela InvestBraga com o apoio do dstgroup e de outros parceiros estratégicos, como o IB-S, a UMinho Exec e a Fundação Norman Foster, decorrerão em maio e junho, reafirmando Braga como uma referência nacional para o debate económico e para a inovação empresarial.
O programa arranca às 09h00, com a intervenção do presidente do dstgroup, José Teixeira, seguindo-se a intervenção da Câmara Municipal de Braga.
Pelas 09h45 Diogo Inglez de Souza conversa com Rui Furtado sobre “Casa como máquina de habitar” vs “Máquina como fabrico de casa”.
Às 10h40 Filipa Leal realiza a conferência poética “A Alma das Casas”, seguindo-se, às 11h10 nova conversa entre Luís Aguiar Conraria e João Negrais de Matos, intitulada “Como é que a economia pode ajudar para que se construam mais casas a preços que não asfixiem as famílias?”. às 11h40 terá lugar a comunicação “ Novas oportunidades para a madeira na construção industrializada“, por Jorge Branco , seguindo-se, às 13h30, a intervenção da Fundação Norman Foster.
Às 14h10 Roberto Cremascoli aborda os “Desafios e oportunidades para a arquitetura”, seguindo-se nova intervenção, às14h50, intitulada “Como construir o valor simbólico de uma casa industrializada? Como construir um sentido de urbanidade e de pertença?, por Álvaro Dominguez e Isabel Cordovil
Às 16h40 Gonçalo M. Tavares falarásobre “A casa abrigo entre a pedra, o alfabeto e a crença”, estando previstaa última intervenção para as 17h20 sobre Industrialização da construção, pela Equipa da agenda mobilizadora R2U.