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Associações querem que Convertidas acolham Casa da Memória da Mulher

Associações querem que Convertidas acolham Casa da Memória da Mulher
Fotografia DR

Redação

Publicado em 26 de abril de 2025, às 15:06

O apelo é dirigido à CIM Cávado e Câmara de Braga, Património Cultural IP e CCDR Norte.

Seis associações de Braga pedem ao Estado e ao município de Braga «que ponham fim à degradação galopante» do edifício do Recolhimento das Convertidas, ao mesmo tempo que defendem que o espaço dê lugar à Casa da Memória da Mulher, «garantindo que não se perde a memória do que foi este espaço do barroco conventual, salvaguardando o património edificado sem deixar de lhe associar o património imaterial decorrente da memória de quem habitou aquelas paredes».


Em comunicado, a ASPA - Associação Para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural e Natural   garante que a proposta assenta em três eixos: a criação de um Espaço de Memória do Recolhimento das Convertidas, a aproximação à comunidade académica, através da promoção de investigação, estudo e divulgação da condição feminina, em Braga, em Portugal, na Europa e no Mundo, e, por fim, a abertura à comunidade: espaços e iniciativas.


«A criação da Casa da Memória da Mulher pressupõe uma reabilitação que respeite a autenticidade deste memorial do barroco conventual e garanta a preservação do espírito do lugar. Esse contexto muito especial permitirá diferentes valências e uma panóplia alargada e regular de atividades que contribuirão, com certeza, para o enriquecimento da oferta cultural e educativa na cidade, apelando a um amplo envolvimento da comunidade», pode ler-se.


À ASPA já se associaram , nesta proposta, a CIVITAS Braga, a UMAR, a APAV, o Tin.Bra (Academia de Teatro de Braga) e a Associação SUONART e elementos representativos da comunidade.