Alegria, ritmo e tradição foram apenas alguns dos “presentes” que os “Reis” do Instituto Novais e Sousa levaram hoje às instalações do Diário do Minho (DM), em Gualtar.

O simpático grupo, que há muito conquistou a amizade dos trabalhadores do DM, que se reúnem neste dia para os escutar, não deixou créditos por mãos alheias e entoou três músicas do reportório de Reis.
Lucinda Vilaverde, do Instituto Novais e Sousa, revelou que, desde o dia 6 de janeiro, o grupo tem cantado os reis em diversas instituições da cidade, uma tradição de que os utentes «não se cansam», «de tal modo que embora gostem muito de comer, até se esquecem de o fazer».

«Para eles, esta atividade é sempre uma alegria imensa porque eles são felizes com pequenos nadas e estas pequenas coisas fazem deles pessoas inclusivas», disse Lucinda Vilaverde.
Deixando ao DM os votos de que «os dias corram bem e que as notícias sejam mais de paz do que de guerra», o grupo encara a música como um caminho de alegria e de integração na sociedade, para que todos se apercebam de que estes jovens têm um papel determinante na sociedade.

Todo o apoio é bem-vindo porque o Instituto Novais e Sousa precisa de todas as verbas possíveis para construir, com urgência, o seu lar residencial, um projeto que virá dar resposta aos utentes sem retaguarda familiar.
