O presidente da Câmara de Braga anunciou esta segunda-feira, dia 25 de novembro, novos desenvolvimentos no processo da criação do Eco-Parque Monumental das Sete Fontes, uma das suas principais bandeiras eleitorais.
«Os próximos dias serão muito positivos neste processo, porque foram concluídas as delimitação das unidades de execução, elaborados e aprovados os alvarás de loteamento para alguns dos projetos previstos do ponto de vista construtivo, permitindo à Câmara aceder formalmente a terrenos essenciais, como os chamados terrenos do Veloso, que agora têm o projeto a acrescentar. Estamos a falar de cerca de sete hectares, e temos depois os nove hectares do Ministério da Saúde, do hospital, cujo contrato de comodato está em fase final de formalização», avançou ontem no final da reunião de câmara.
O autarca considerou estas etapas «cruciais» para a concretização do projeto do parque das Sete Fontes que, sublinhou, será um espaço predominantemente verde e florestal, com infraestruturas de apoio mínimas. «O parque não é construído, é fruído. Não haverá construções impactantes, mas sim ordenamento urbanístico e paisagístico que permitirá tornar o espaço acessível às pessoas assim que os terrenos estejam disponíveis», garantiu.
No orçamento municipal para 2025, foram inscritos 300 mil euros para o Eco-Parque. No entanto, o PS considera esse montante insuficiente para o avanço efetivo do projeto, levantando dúvidas sobre a sua execução no próximo ano.
O Eco-Parque Monumental das Sete Fontes é uma das principais promessas do executivo liderado por Ricardo Rio, que prevê a criação de um espaço verde de grande dimensão, integrando património natural e histórico, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos bracarenses.