A VOLT-E, empresa de Braga, do setor de carregamentos elétricos em Portugal, está a dar um passo que visa revolucionar a mobilidade pesada. Com o lançamento de uma nova linha de carregadores dedicados a veículos pesados de mercadorias e de passageiros, a empresa pretende apresentar soluções para empresas que desejam adotar práticas mais ecológicas e eficientes nas suas operações de transporte.
“Os veículos pesados são responsáveis por uma parte considerável das emissões de gases de efeito estufa e, ao adotar soluções elétricas, as empresas públicas e privadas podem não só contribuir para um futuro mais verde, mas também beneficiar de economias substanciais. A eletricidade utilizada para o carregamento é, em muitos casos, mais económica do que os combustíveis fósseis, representando uma oportunidade clara para reduzir custos operacionais”, sublinha o CEO da VOLT-E, Júnior Braga.
A tecnologia de carregamento rápido da VOLT-E visa garantir que as empresas continuam a economizar tempo, mantendo a eficiência e a produtividade em alta. “Estes carregadores permitem que os veículos pesados sejam carregados em tempo recorde, minimizando o tempo de paragem. Um sistema de carregamento eficiente pode reduzir significativamente os tempos de inatividade, contribuindo para uma melhor gestão de frotas. A formação contínua e o suporte técnico proporcionados pela VOLT-E asseguram que as empresas possam tirar o máximo proveito das suas soluções, preparando-as para os desafios de um mundo em constante mudança”, reforça.
Os carregadores VOLT-E são concebidos para serem flexíveis e escaláveis, permitindo que empresas de diferentes dimensões e setores adotem soluções de carregamento de acordo com as suas necessidades específicas, permitindo o agendamento de cargas em horários de menor custo e a gestão do consumo energético em tempo real. “A mobilidade elétrica está a transformar o panorama do transporte e as soluções de carregamento da VOLT-E são uma peça-chave neste puzzle, promovendo não apenas a eficiência operacional, mas também um compromisso com exigências regulamentares e uma oportunidade para operações mais eficientes e responsáveis”, conclui Júnior Braga.