O mês de novembro no Theatro Circo está recheado de propostas para vários públicos. No dia 2 de novembro, sábado, às 21h30,o compositor e guitarrista Bill Frisell apresenta “Four”, acompanhado dos músicos Gerald Clayton, Johnathan Blake e Greg Tardy.
Nos dias 8 e 9, às 21h30, o Teatro Nacional D. Maria II traz ao Theatro Circo “Quis saber quem sou”, um concerto teatral com encenação de Pedro Penim. A primeira frase de pendor revolucionário do início da democracia em Portugal dá mote ao espetáculo, revisitando canções da revolução, palavras de ordem, cantigas que eram armas e as histórias pessoais das gerações do 25 de Abril.
Partindo desta apresentação, no dia 9 às 15h00, o encenador Pedro Penim e a curadora Magda Henriques estarão à conversa em “Contexto”. No dia 16, às 11h00, a Companhia de Espectadores reúne-se, analisa e reflete com o BALA_Núcleo Dramatúrgico, debatendo “Quis saber quem sou”.
“Corpo Clandestino”, marcado para o dia 15, tem direção artística de Victor Hugo Pontes e é uma criação de dança que dá lugar de fala a sete intérpretes cujos corpos não-normativos lançam o espectador numa paisagem poucas vezes vislumbrada: a de um corpo de baile configurado por oposição a classicismos e ideais, constituindo um exercício de deslocamento e recomposição.
O Theatro Circo volta a ser um dos palcos do Festival Para Gente Sentada, juntamente com o gnration, entre os dias 15 e 17 de novembro, e traz Mount Kimbie, Cuco e Julia Holter à Sala Principal.
Kevin Morby encontra-se na iminência de esgotar a Sala Principal do Theatro Circo no dia 22, com o Ensemble da Escola Profissional de Música de Espinho, que se junta ao músico norte-americano para interpretar algum do seu mais recente repertório em palco.
Na terceira sessão de Espaço Comum, no dia 23, intitulada Teatro e Vizinhança, são convocados todos os que diariamente se cruzam com o Theatro Circo para uma reflexão sobre que relações um espaço como o teatro cria e como potenciar essas ligações.
No mesmo dia, às 15h00, o Pequeno Auditório do Theatro Circo acolhe a sessão de cinema infantojuvenil “O Sr. George não tem nada a ver com isto”, uma seleção de curtas-metragens da Confederação - Coletivo de Investigação Teatral que vai deixar os mais novos a imaginar outras formas de ver o mundo.
Ainda no dia 23 decorre uma apresentação pública resultante da residência artística participativa “Temos Nós, Também, Direito à Preguiça?”, a decorrer entre os dias 7 e 22 com Hugo Cruz e Artur Carvalho, atualmente aberta a candidaturas de toda a comunidade a partir dos 10 anos de idade.