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Património sineiro em destaque em encontro promovido pela Fundação Bracara Augusta

Património sineiro em destaque em encontro promovido pela Fundação Bracara Augusta
Fotografia DR

Publicado em 18 de junho de 2024, às 19:34

Próximo “Encontros com o património” é no dia 6 de julho

"Tradições e práticas sineiras antigas e atuais. Conservação, preservação e salvagurda do património material e imaterial” é o tema do próximo “Encontros com o Património”, uma iniciativa da Fundação Bracara Augusta que se realiza no dia 6 de julho.

Organizado em parceria com o Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, a Confraria do Bom Jesus do Monte e a ASPA e com o apoio do Município de Braga, o encontro tem lugar no Hotel do Parque, no santuário do Bom Jesus, a partir das 15h00, e conta com os contributos de Elisa Lessa, professora da Universidade do Minho, responsável por uma intervenção sobre os sinos do santuário do Bom Jesus do Monte, com contextualização histórica, e Rodrigo Teodoro de Paula, do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical  da Universidade de Évora, que irá refletir sobre o património sineiro em Portugal e a experiência recente em Évora. A esta mesa e ao debate associa-se João Dias, da Universidade do Minho, e Carlos Jerónimo, da empresa Fundição de Sinos de Braga. 

Na sessão de abertura participam o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o presidente da Confraria do Bom Jesus do Monte, o cónego Mário Martins, e o presidente da Fundação Bracara Augusta,  Miguel Bandeira.

Com esta iniciativa a Fundação Bracara Augusta pretende suscitar a reflexão, a divulgação e o debate sobre o património cultural do município de Braga e as suas diversas implicações, aproximando a investigação e a produção de conhecimento.

Esta edição dos “Encontros com o Património” integra o programa das celebrações do quinto aniversário da inscrição do Bom Jesus na Lista do Património Mundial daUNESCO e o nono aniversário da elevação a Basílica Menor. 

A Fundação Bracara Augusta associa-se, assim, à Confraria do Bom Jesus do Monte numa «data memorável para o património bracarense».

Numa nota de imprensa, refere que as torres sineiras e os sinos do Bom Jesus «foram e continuam a ser marca identitária da paisagem sonora do Sacro – Monte».  «Manter viva a tradição do toque manual, como acontece com os sinos da torre sul da basílica que conservam o toque manual, é valorizar o impacto que os sinos tiveram, historicamente, na paisagem sonora e etnográfica. Num diálogo entre a natureza e a mão do homem, perdura o traço estético sonoro que integra o seu património e que constitui um elemento relevante da sua herança cultural. Os sinos são também um importante elemento cultural e patrimonial de Braga e que muito importa valorizar e, em partilha com várias entidades, o salvaguardar», acrescenta.d

O encontro, que é de entrada gratuita, mediante inscrição prévia através do e-mail [email protected], termina com um evento musical e uma visita à torre sineira do Bom Jesus.