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Problemas das áreas social e da saúde marcam campanha da Aliança Democrática

Problemas das áreas social e da saúde marcam campanha da Aliança Democrática
Fotografia DR

Redação

Publicado em 27 de fevereiro de 2024, às 10:29

Candidatura da Aliança Democrática por Braga destaca ação desenvolvida pela delegação da Cruz Vermelha.

O cabeça de lista da Aliança Democrática (AD) pelo círculo eleitoral de Braga às eleições legislativas de 10 de março, Hugo Soares, destacou a importância da dignificação das carreiras de todos os profissionais de saúde para se solucionar os problemas do setor. A tomada de posição foi assumida durante um encontro com o sindicato dos enfermeiros, numa jornada de campanha que ficou também marcada por uma reunião de trabalho com a Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, que destacou o trabalho meritório que é desenvolvido pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social.

Para a candidatura da AD, «não se pode reformar saúde e restaurar a excelência do seu serviço sem a adesão e o trabalho dedicado das várias equipas e profissionais de saúde». É, por isso, «absolutamente essencial motivar, apoiar e congregar o espírito ético e profissional dos enfermeiros, assim como médicos, farmacêuticos, psicólogos, fisioterapeutas e terapeutas, nutricionistas, técnicos de diagnóstico e terapêutica, técnicos de emergência, assistentes operacionais», sublinha a candidatura da coligação que junta PSD, CDS-PP e PPM, enfatizando a necessidade da «motivação de todos os que trabalham com dedicação no Serviço Nacional de Saúde e no sistema de saúde português».

A visita à Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa foi aproveitada para a Aliança Democrática sublinhar que «é de elementar justiça agradecer o extraordinário trabalho que as instituições do setor social fazem» nas diversas áreas da ação social, nomeadamente no que respeita ao combate à pobreza.

Para a candidatura, as IPSS acabam por substituir «o próprio Estado na missão de assistência aos mais vulneráveis» e «é o Estado que, muitas vezes, mais dificuldades cria a estas instituições». Lembrando que Portugal tem «2,1 milhões de pessoas em risco de pobreza», a AD vincou que impõe-se «combater a pobreza, reforçar o impacto e melhorar o acesso às prestações sociais para que, quem delas efetivamente necessita, possa delas beneficiar, assim como se deve simplificar e melhorar a relação da Segurança Social com os portugueses.