O Instituto Confúcio da Universidade do Minho, com o apoio da Câmara Municipal de Braga, realizou este domingo, no Espaço Vita, o Concerto Comemorativo de Ano Novo Chinês 2024 – Ano do Dragão. Este momento cultural, apresentado pela Orquestra Filarmónica de Braga, decorreu no âmbito do projeto de ensino de mandarim, que advém de uma parceria entre o Município e o Instituto Confúcio da Universidade do Minho. Trata-se de um projeto que se encontra implementado desde 2016 com recurso a aulas e dinamização de diversas atividades relacionadas com a língua e a cultura chinesas, visando promover a aprendizagem de uma das línguas mais faladas à escala mundial. A vereadora da Educação, Carla Sepúlveda, assistiu ao concerto e enfatizou Braga como uma cidade assente nos princípios da diversidade.
«Este concerto é uma forma de envolver a comunidade bracarense na cultura de um país que parece tão distante, mas que está tão próximo. A comunidade chinesa tem uma presença acentuada em Portugal e, todos ao anos, chega à Universidade do Minho um número substancial de alunos chineses que escolhem Braga para cidade de acolhimento durante o tempo em que se dedicam a aprender a língua portuguesa», referiu a vereadora, considerando que comemorar a efeméride do ano novo chinês «é uma forma singela de lembrar um momento tão significativo para a comunidade chinesa, mas também de proporcionar à comunidade Bracarense um serão onde podemos estar em contacto com o melhor que o mundo tem para nos oferecer, nomeadamente a diferença cultural e tradições». Segundo Carla Sepúlveda a partir do projeto de ensino de mandarim na escola o Município promove a inclusão e integração. «Somos cada vez mais cidadãos e cidadãs do mundo. Como tal, consideramos fundamental o acolhimento de culturas que nos são próximas e estão, de alguma forma, presentes no nosso quotidiano. De salientar que o Instituto Confúcio da Universidade do Minho tem desenvolvido um importante trabalho no ensino de mandarim a alunos portugueses e estrangeiros, dando oportunidade a que estes possam integrar o mercado de trabalho internacional com maior margem de atuação», concluiu.