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Concerto no Espaço Vita comemorou em Braga Ano Novo Chinês 2024

Concerto no Espaço Vita comemorou em Braga Ano Novo Chinês 2024
Fotografia DR

Redação

Publicado em 21 de fevereiro de 2024, às 09:36

Momento cultural decorreu no âmbito do projeto de ensino de mandarim promovido pelo Instituto Confúcio e pelo Município de Braga

O Instituto Confúcio da Universidade do Minho, com o apoio da Câmara Municipal de Braga, realizou este domingo, no Espaço Vita, o Concerto Comemorativo de Ano Novo Chinês 2024 – Ano do Dragão.  Este momento cultural, apresentado pela Orquestra Filarmónica de Braga, decorreu no âmbito do projeto de ensino de mandarim, que advém de uma parceria entre o Município e o Instituto Confúcio da Universidade do Minho. Trata-se de um projeto que se encontra implementado desde 2016 com recurso a aulas e dinamização de diversas atividades relacionadas com a língua e a cultura chinesas, visando promover a aprendizagem de uma das línguas mais faladas à escala mundial. A vereadora da Educação, Carla Sepúlveda, assistiu ao concerto e enfatizou Braga como uma cidade assente nos princípios da diversidade.

 «Este concerto é uma forma de envolver a comunidade bracarense na cultura de um país que parece tão distante, mas que está tão próximo. A comunidade chinesa tem uma presença acentuada em Portugal e, todos ao anos, chega à Universidade do Minho um número substancial de alunos chineses que escolhem Braga para cidade de acolhimento durante o tempo em que se dedicam a aprender a língua portuguesa», referiu a vereadora, considerando que comemorar a efeméride do ano novo chinês «é uma forma singela de lembrar um momento tão significativo para a comunidade chinesa, mas também de proporcionar à comunidade Bracarense um serão onde podemos estar em contacto com o melhor que o mundo tem para nos oferecer, nomeadamente a diferença cultural e tradições». Segundo Carla Sepúlveda a partir do projeto de ensino de mandarim na escola o Município promove a inclusão e integração. «Somos cada vez mais cidadãos e cidadãs do mundo. Como tal, consideramos fundamental o acolhimento de culturas que nos são próximas e estão, de alguma forma, presentes no nosso quotidiano. De salientar que o Instituto Confúcio da Universidade do Minho tem desenvolvido um importante trabalho no ensino de mandarim a alunos portugueses e estrangeiros, dando oportunidade a que estes possam integrar o mercado de trabalho internacional com maior margem de atuação», concluiu.