O supercomputador português mais rápido de sempre é inaugurado esta quarta-feira, na Universidade do Minho, em Guimarães. O equipamento estará acessível à comunidade académica, empresas e administração pública. O investimento ronda os 20 milhões de euros.
Com capacidade para executar 10 milhões de biliões de cálculos por segundo, o Deucalion visa acelerar a produção de ciência e inovação de excelência em Portugal em diversos domínios.
Inteligência artificial, medicina personalizada, design de fármacos e novos materiais, observação da Terra e oceanos, combate às alterações climáticas e fogos, criação de smart cities, ordenamento do território, mobilidade e veículos autónomos são alguns exemplos.
Este projeto conjunto da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e da empresa comum europeia EuroHPC, com a colaboração da Universidade do Minho, representa um investimento de 20 milhões de euros.
O supercomputador será acessível à comunidade académica e de investigação, às empresas e à administração pública. A FCT irá lançar concursos de acesso a esta infraestrutura e estão igualmente previstos programas específicos de apoio a PME.
O Deucalion vai ficar instalado na Universidade do Minho (no campus de Azurém, em Guimarães) e a sua operação será assegurada pelo futuro Centro Nacional de Computação Avançada, uma nova entidade que irá administrar este novo e valioso recurso do país.
A inauguração do supercomputador Deucalion realiza-se hoje, 6 de setembro, às 14h30, na Escola de Arquitetura, Arte e Design da Universidade do Minho, no campus de Azurém, em Guimarães. A sessão conta com a presença do primeiro-ministro, António Costa.