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Festival Internacional de Folclore conquista público com diversidade de tradições e culturas

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Fotografia DR

Carla Esteves

Jornalista

Publicado em 30 de julho de 2023, às 16:08

A Praça do Município, em Braga, encheu-se de público para assistir às atuações

O Festival Internacional de Folclore (FIF) viveu, ontem, a última noite do programa, deixando já saudades aos muitos que já aguardam a programação do próximo ano. Depois de  na noite de sexta-feira, a chuva ter impedido a atuação dos grupos participantes, o público teve a sua “desforra” na noite de sábado, enchendo a Praça do Município para assistir à atuação de grupos portugueses, de África do Sul e de Salamanca, Espanha.

Ana Ferreira, chefe de gabinete do presidente da Câmara de Braga, faz um balanço muito positivo da edição deste ano, sublinhando a possibilidade que o FIF oferece ao público de conhecer diferentes identidades e  culturas.

«Chegamos ao fim de mais uma edição do Festival Internacional de Folclore de Braga. Este é um evento muito especial na agenda cultural de Braga, pois permite ao público conhecer diferentes identidades e tradições oriundas de vários pontos do mundo», afirmou.

Salientando que este ano houve oportunidade de conhecer uma grande variedade de culturas oriundas desde África do Sul, Filipinas, Bolívia, Martinica, Alemanha, Espanha, entre outras, Ana Ferreira não deixou de salientar a importância do folclore português, que este ano somou representações de três regiões do país: Baixo Minho, Alto Minho e Beira Litoral

«Foi uma viagem repleta de cor, de ritmo, de tradição, de identidade e de cultura», afirmou.

Na noite de sábado estiveram em palco Amazebra Youth Organisation, de África do Sul; o Grupo Follorico Surco — Salamanca, de Espanha; o Grupo Folclórico “Os Moliceiros de Ovar”; o Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo; o Rancho Folclórico Santa Maria de Adaúfe e a Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da Sé”.

O FIF prosssegiu na noite de ontem, às 21h00, encerrando em pleno com as atuações do Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio; do Ballet Folklorique Tchè Kréyol, da Martinica; do Ballet Folklórico Municipal de Sucre, da Bolívia; do Balingen Dance Ensemble,  da Alemanha; do LIKHA — Pilipino Folk Ensemble, das Filipina, e do Grupo Folclórico da Universidade do Minho.